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A condenação de Haddad nos lembra que Bolsonaro só chegou a presidência com a ajuda das esquerdas



O ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação Fernando Haddad foi condenado hoje a quatro anos e seis meses de prisão por crime de caixa 2 na campanha de 2012. Segundo informa o Correio Braziliense, O processo contra o petista surgiu de uma apuração que visava identificar o uso de recursos da empreiteira UTC na confecção de material da campanha de Haddad para a prefeitura em 2012.

Ora, Haddad era "o novo homem" que governaria São Paulo com sabedoria e eficiência. O caixa 2 serviu para enganar a população com a promessa de "um novo prefeito para um novo tempo". No fundo não passava de mais um membro da seita lulopetista que anos depois serviria de testa de ferro de Lula na campanha presidencial de 2018.

Notem a perfídia: Haddad utilizava caixa 2 na mesma campanha em que demonizava adversários por serem "velhos", "arcaicos", "representantes do sistema" e "defensores de uma visão ultrapassada da política que privilegiava os mais ricos". Na prática foi Haddad que governou apenas para a pequena elite progressista de São Paulo, abandonando os extremos da cidade as moscas enquanto desrespeitava o conjunto da sociedade com decisões completamente autoritárias.

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Haddad e o petismo nunca se fartaram de insultarem a população brasileira. Fossem mais humildes, humanos e conectados com a realidade nada disso teria acontecido. A população não nutriria tamanho horror as esquerdas a ponto de apostar todas as fichas no candidato que empurrou o centro do debate público para a direita quase-nacionalista (quase, há certos elementos que deixariam o Doutor Enéas Carneiro muito contrariado).

E o que foi aquela campanha eleitoral? Acusando os que rejeitavam o cinismo petista como fascistas, racistas, homofóbicos e defensores dos ricos? Isso não é diferente daquele sujeito escroto que chama de vagabunda a moça que o rejeitou. O petismo conseguiu despertar completa aversão nos brasileiros. Isso é culpa de todos os agentes políticos deste campo que se deixaram seduzir pelo canto da sereia do adesismo, colocando normas comuns de decência e civilidade abaixo da conveniência e prazeres do governismo. No final não conseguiram construir nenhuma liderança para concorrer ao pleito e ainda atrapalharam o surgimento de nomes posicionados ao centro com aquela fajuta e asquerosa narrativa do golpe.

São estes que dizem que "eu avisei" sempre que algum eleitor de Bolsonaro (cuja maioria não tem compromisso com autoritarismo, indecência ou qualquer coisa do tipo) quando este critica o governo que ajudou a eleger. Porém as alternativas dele ou eram alienadas (como Marina), convenientes (Ciro Gomes) ou mesmo não tinham forças de fazer frente a Bolsonaro (Geraldo Alckmin). O que chegou perto foi Jair, e o eleitor entendeu que não havia outra maneira de livrar o país da lepra petista.

Antes de Bolsonaro pretender interferir em áreas que não são de sua alçada e usar o cargo para favorecer filhos e amigos foi a esquerda que abriu a porteira da imoralidade. Antes de Jair se comportar desta forma foi o PT que naturalizou a barbárie. Antes do presidente dizer que deve governar como bem entende por ter sido eleito foi o PT que abriu a caixa de Pandora da indecência e da divisão ao apostar no jogo do nós contra eles. Eles são os inspiradores de Bolsonaro, e o fato de terem apresentado na corrida presidencial mais polarizada da história um laranja de Lula enrolado com vários inquéritos de corrupção na Operação Lava Jato e outras só atesta que Jair jamais teria chegado lá sem o trabalho dedicado dos que emporcalharam a política e enlamearam as instituições. 
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