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Caio Blat acusado de assédio. O que os extremistas do Projac dirão?



Notícia do jornal O Dia:

Caio Blat foi acusado de assédio por uma atriz de "O Sétimo Guardião" que não quis se identificar. A notícia do assédio foi divulgada no programa "Fofocalizando", do SBT. Ainda segundo a assessoria da atriz, existem mais mulheres que têm reclamações contra Caio Blat.
A Comunicação da Rede Globo informou que está apurando o caso. "Todo relato de desrespeito na Globo é apurado criteriosamente, assim que tomamos conhecimento dele - como é o caso agora. A Ouvidoria da empresa já foi acionada", disse a emissora em comunicado.

Vejam só, se não era um dos representantes da extrema-esquerda engajado com a infame campanha do #EleNão? Não foi Caio que usou acusações contra o presidente para acusar todos os seus eleitores de serem racistas, homofóbicos, machistas, estupradores e outros adjetivos semelhantes? Não foi sua laia que afirmou que todos os que votaram em Bolsonaro eram patifes da pior espécie? A propósito, Caio Blat será escorraçado da Rede Globo ou vilipendiado nas redes como outros tantos ou esta é uma honra reservada apenas a quem não é de esquerda? Sim, esta turma tentou emplacar a narrativa de que os eleitores de Bolsonaro não elegeram o presidente por rejeitarem os crimes e o totalitarismo do PT, mas sim a monstruosidade moral de parcela majoritária dos brasileiros.

Provavelmente não. E nem deve, já que não há nenhuma prova contra ele e nenhuma investigação foi feita pela polícia. Caio não foi julgado e condenado em um processo limpo que observa o devido processo legal e o estado democrático de Direito. Não há razão para acabar com a vida do sujeito, mesmo sendo quem é e atuando na militância suja em que está inserido.

Ora, a militância progressista que já odeia a herança cultural do Ocidente atua de maneira obstinada contra estes dois legados da civilização cristã, que é a garantia de direitos fundamentais a qualquer um que seja acusado de prática criminosa. Isso se dá pelo fato de que não há interesse legítimo na verdade, mas sim o desejo inconfessado de sangrarem seus adversários no holocausto revolucionário.

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Quando essas páginas de extrema-esquerda se antecipam na condenação implacável de quem consideram culpados (ou fingem) a razão não é a busca implacável pela justiça, mas sim o desejo de ver um adversário abatido o quanto antes. Johnny Depp, por exemplo, chegou a ser alvo de boicote de colegas e de declarações de colegas do elenco de Animais Fantásticos por ter sido acusado de agressão por sua ex-companheira Amber Heard. Aqui no Brasil tivemos o caso do deputado federal Marcos Feliciano acusado de estupro pela embusteira e mitômana diagnosticada Patrícia Lélis e o ator Douglas Sampaio acusado de agressão pela atriz Rayanne Morais. Ambos foram inocentados, mas não sem antes serem pisoteados pela opinião pública. Aliás, Douglas também era da turma progressista do Leblon até ser falsamente acusado. Não só perdeu espaço no mercado como também foi condenado ao ostracismo dos descolados, sendo ainda hoje alvo da maldade dos que afirmam que a acusação desmentida por laudos da polícia civil realmente aconteceu.

É sempre bom lembrar aos direitistas mais entusiasmados por Justiça e principalmente aos esquerdistas que se colocam como legítimos defensores dos Direitos Humanos que as etapas do processo penal e as garantias fundamentais não servem para proteger culpados, mas sim para proteger inocentes. Isto deve ser lembrado sobretudo quanto se trata desta militância canalha que promove linchamentos virtuais e que destrói reputações de todos os que não se curvam a ela. Por vezes até contra os seus, sacrificando biografias como quem mata frango. É com a mesma boca suja com que acusam que irão depois se apresentar como defensores dos Direitos Humanos e da Democracia.

Quem quer fazer justiça não precisa de tribunais de exceção. O Ocidente possuí a tradição das garantias fundamentais justamente para não nos tornarmos uma sociedade degradada como aquelas regiões remotas controladas pelo Talibã onde os processos são sumários e sem qualquer garantia ao acusado. É nossa herança cristã. Herança esta que é diariamente vilipendiada pela turma de Caio Blat. Menos quando o acusado em questão é uma das meninas dos olhos da militância suja. Neste caso eles preferem o silêncio mesmo.


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