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Paulo Guedes deitou na extrema-esquerda da CCJ



O ministro da Economia Paulo Guedes não se saiu bem na sabatina na Comissão de Constituição e Justiça na Câmara dos Deputados. Ele foi excelente. Como se diz no futebol, Guedes deitou na extrema-esquerda da CCJ.

Mal começou a exposição e já emparedou o petista Henrique Fontana (RS), que ironizou a citação da previdência chilena - utilizada pelo ministro como exemplo. Guedes então respondeu: "Acho que a Venezuela tá melhor".

Indagado por esquerdistas sobre a razão do governo não cobrir o que eles chamam de "suposto roubo" com a taxação das grandes fortunas, o ministro rebateu que nem o PT fez algo parecido. "Vocês estão há quatro mandatos no poder, porque não cortaram impostos sobre dividendos, porque que deram dinheiro pra bilionários, deram dinheiro pra JBS, nós estamos há três meses, vocês tiveram dezoito anos e não fizeram nada, não pagaram nada".

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Como citamos anteriormente, a esquerda tentou se utilizar de algumas imposturas do governo para constranger o ministro. Paulo Pimenta afirmou que "Guedes está sozinho, que nem o presidente apóia a reforma"O senhor está sozinho, ninguém defende essa reforma do Bolsonaro. A sua proposta vai ser derrotada aqui.". O eterno petista Alessandro Molon (hoje no PSB) afirmou que o presidente fugia da proposta de Guedes como o diabo corre da cruz. Mas desta vez quem rebatou foi Kim Kataguiri: "O senhor não está sozinho, o senhor tem apoio aqui, eles só foram os primeiros a falar".

A audiência ainda não havia se encerrado até o momento da publicação deste post, mas anotem: a segurança do ministro na exposição de sua proposta será fundamental para que o mercado mantenha a confiança no governo. Evidente que Guedes tem feito sua parte, o que agora impõe ao presidente Bolsonaro a obrigação de se engajar mais no projeto.


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