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Paraná Pesquisas mostra Bruno Covas rejeitado por 60%. Ele realmente se esforçou muito para chegar até aqui



Instituto Paraná Pesquisas trouxe dados muito interessantes a respeito da avaliação do prefeito Bruno Covas e da disputa pela eventual sucessão. Como se vê nos quadros, a coisa não vai bem para o tucano herdeiro de João Doria.

O prefeito é mal-avaliado por 59,7%. A pesquisa identificou que 35% avaliam a gestão como regular enquanto 16,7% dizem que ela é ruim e 25,4% a consideram péssima. Apenas 17,3% a avaliam como boa e míseros 2,9% a consideram ótima.

Como não poderia deixa de ser, o prefeito aparece como opção de apenas 1% dos entrevistados na pesquisa espontânea, ficando em terceiro lugar atrás de Fernando Haddad (3%) e Celso Russomano (1,3%). Na estimulada o prefeito fica entre 7,4% e 8,8% no melhor cenário.

São números devastadores para quem tenta a reeleição, ainda mais em se tratando de alguém tão arrogante que interpreta as críticas a gestão como birras pessoais. Deve ser particularmente amargo para o prefeito receber estes números depois de ter mobilizado sua tropa na Câmara Municipal para passarem pano em decisões absurdas como a nomeação do simpatizante do PSOL Alê Youssef para a Secretaria de Cultura e do decreto irresponsável que estabeleceu a criação do Parque Minhocão.







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Só não se pode dizer que o prefeito não sabia o que estava fazendo. Sua delinquência política foi tamanha que começou a se dizer nos corredores da Alesp, Câmara e Prefeitura que o alcaide estava sabotando sua carreira política de propósito para sair da vida pública quando seu nove estivesse completamente inviabilizado.

É claro que se trata de uma conjectura absurda, já que na sequencia vem a pergunta sobre qual seria a vantagem de destruir o próprio capital político. Em se tratando de um tucano como Covas, o mais provável é que seja a mais pura burrice misturada com a arrogância e empáfia que são tipicas destas aves emplumadas.

Covas se esforçou o quanto pode para obter estes números. Além de ter emplacado em cargos de confiança nomes oriundos da extrema-esquerda, o prefeito sucateou todos os programas herdados pela gestão João Doria enquanto acenava para as esquerdas com medidas ridículas como o cardápio vegetariano elaborado por Bela Gil para as escolas municipais. A zeladoria urbana foi abandonada e o prefeito passou a tratar a administração como algo secundário que atrapalhava a execução de sua agenda de rolês aleatórios. Exemplo disso foi a viagem a Europa enquanto a cidade se afundava nas enchentes de março.

Se há algum consolo para o prefeito, essa boa sensação virá do fato de que ele poderá finalmente deixar sua marca por meio de um registro no livro dos recordes: ele já está apto a conquistar o título de pior prefeito do mundo, basta para isso desbancar Fernando Haddad. O primeiro passo (que é ficar atrás do pior prefeito da história em uma pesquisa espontânea) ele já conseguiu. Vai, Bruno, ser gauche na vida!


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