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O próprio Bolsonaro mostra a diferença entre articulação e corrupção. Tanto que a Bolsa até subiu.



Após uma série de confusões, imposturas e desencontros o governo começou a andar. Mais cedo o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com lideranças partidárias, ponderou sobre as pautas do governo e conseguiu de muitos o compromisso de apoio a agenda das reformas. 

Foi um golaço. Bolsonaro aparentemente diminuiu as tensões com o legislativo e conseguiu sinalizar que seu grupo político está comprometido com a agenda das reformas e com a harmonia entre os poderes. Foi um gesto tão importante que animou o mercado, fechando o dia com alta de 96.313 pontos - uma alta de 1,93% e recuou do dólar para R$ 3,85.

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O presidente acertou por ter renunciado a certos preconceitos e vícios típicos do radicalismo em prol do pragmatismo responsável. Não foi preciso lotear o governo ou fazer do seu gabinete um balcão de negócios. Bastou conversar. 

Aos que se insuflaram contra este blog quando as práticas jacobinas foram criticadas, a questão é perguntar o que deu mais resultado: o presidente chamando as lideranças ao palácio, conversando de forma séria, franca e ponderada ou seu filho metralhando figurões com tuitadas?

O mais importante é que hoje o presidente fez política. Não a velha política (termo utilizado como espantalho por radicais verde-oliva) ou a nova política (delírio de lavajatistas e seguidores do Novo, dos que desejam jogar o futebol com as regras do tênis). O que o presidente fez foi política, a boa política. E quem ganha é o Brasil dos doze milhões de desempregados que agora poderão vislumbrar a aprovação da reforma e a recuperação econômica no médio prazo. 



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