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Doria explica gastos sem explicar a razão de ter promovido aquela aberração estética no Palácio dos Bandeirantes



O governador de São Paulo João Doria ordenou que sejam tornados públicos os gastos com a reforma interna promovida no Palácio dos Bandeirantes, segundo informa a coluna de Mônica Bergamo na Folha de São Paulo.

Claro, no texto é destacado que a licitação foi feita há cinco anos e que o custo do vandalismo assinado pela arquiteta e decoradora Joia Bergamo (coincidência de sobrenomes?) estava abaixo dos R$ 9,5 previstos.

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Mas Doria não responde algo que é fundamental: por qual motivo, razão ou circunstância ele promoveu aquela barbárie? Reparos e restauros são sempre necessários, mas a mutilação da herança paulista estava na licitação?

Pode causar espanto ler tais coisas em um blog que tempos atrás se posicionava contra o socialista Márcio França, mas isto não dá licença ao governador João Doria tratar a coisa pública como extensão de seu quintal. O governador foi conduzido ao cargo para administrar o estado e chefiar o Executivo, não para promover sua revolução "antiestética e obscena" (sim, isso foi roubado do Olavo).

O que se espera é que o patrimônio paulista seja recuperado e que Doria entenda que São Paulo não é sua casa. Se continuarmos nesta toada chegará o dia em que o o governador irá substituir Almeida Júnior por Romero Britto.


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