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Desistir do passaporte diplomático não fará Carlos Bolsonaro se livrar da pecha de "vereador federal"



Não pegou bem o pedido feito pelo vereador Carlos Bolsonaro e seu primo Leonardo de Jesus (o Léo Índio) para que o Ministério das Relações Exteriores concedesse passaporte diplomático aos dois.

Tanto não pegou bem que ambos desistiram do privilégio.

Mas é claro, agora o estrago já foi feito. As comparações inevitáveis com os filhos do ex-presidente e atual presidiário Luis Inácio Lula da Silva também vieram.

Mas será que ninguém pensou que isso não fosse acontecer?

Ou será que imaginaram que a militância fervorosa fosse garantir segurança para a manobra?

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Carlos é hoje um dos mais importantes ministros do governo Jair Bolsonaro mesmo não sendo responsável por pasta alguma. É quem tem poder de demitir ministros, atacar aliados ou dissidentes e comprar as brigas do governo.

Também é o administrador das redes sociais do presidente.

O governo não parece se importar muito com a institucionalidade por ter amealhado grande popularidade. Só esquecem que outro governante que utilizava a proximidade com o poder para beneficiar familiares e amigos se deu muito mal.

E nem adianta subestimar a capacidade do brasileiro se indignar. É claro que o governo petista fez pior, mas uma hora a corda arrebenta.

Pois é. Que ninguém do grupo político do presidente reclame da pecha de "vereador federal", ministro sem pasta ou eminência parda. Afinal de contas Carlos não parece ligar muito para isso. Se ligasse não iria agir de forma tão aloprada e inconveniente. 

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