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Papa dos progressistas, Justin Trudeau se mostra uma farsa enquanto sua imagem derrete



O brasileiro médio certamente já leu em algum dos veículos da mídia nativa alguma referência ao primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, do Partido Liberal. Herdeiro político de Pierre Trudeau, Justin ganhou popularidade mundial ao suceder Barack Hussein Obama como um baluarte das idéias progressistas. 

Claro, Trudeau não era só um progressista: era uma espécie de Torquemada - usando as disposições de seu cargo para ser inquisidor dos que dele discordavam. Enquanto abraçava cachorros e defendia imigração desordenada, o primeiro-ministro condenava os que segundo ele eram obscurantistas, reacionários e fascistas. Suas tiradas eram comemoradas com êxtase pela galera do Quebrando o Tabu e Catraca Livre. 

É no mínimo curioso que até o momento nenhuma destas páginas tenha comentado as denúncias recentes que abalam a imagem do bonitão que amava o mundo mais do que todo mundo. O resumo da polêmica abaixo é do R7:

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, negou mais uma vez nesta quinta-feira (28) que tenha atuado de forma inadequada e pressionado a agora ex-ministra da Justiça Jody Wilson-Raybould para que interferisse politicamente em um caso na Justiça.
"Eu e os membros da minha equipe sempre agimos de forma apropriada e profissional. Discordo totalmente da caraterização que a ex-ministra da Justiça e o procurador-geral ofereceram em seu testemunho", afirmou Trudeau em entrevista coletiva.
Wilson-Raybould, que foi titular da Justiça até ser destituída, em 14 de janeiro, e nomeada ministra de Militares Veteranos, declarou na quarta-feira (27) que recebeu pressões e até ameaças veladas do gabinete do primeiro-ministro, do próprio Trudeau e de outros membros do governo para que "interferisse politicamente" na ação judicial contra a construtora SNC-Lavalin.
Ela renunciou ao posto em 2 de fevereiro depois que um jornal canadense disse que Trudeau a pressionou para garantir um acordo favorável à maior construtora do país.
Ontem, a ex-ministra declarou no comitê de Justiça da Câmara Baixa do Parlamento que Trudeau queria que o Ministério Público canadense oferecesse, contra o critério dos promotores, um tratamento favorável à SNC-Lavalin para evitar um processo por corrupção. A empresa foi acusada de subornar importantes funcionários do regime do falecido líder líbio Muammar Kadafi para obter contratos.

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Mais adiante um dos motivos da tentativa de obstrução da justiça:

Wilson-Raybould afirmou ontem que Trudeau tinha advertido que o processo da SNC-Lavalin podia ter consequências eleitorais para o governante Partido Liberal (PL) e para ele mesmo. A SNC-Lavalin tem sede em Québec e emprega mais de 9 mil pessoas no Canadá. Trudeau é deputado pela província de Québec. Está previsto que as próximas eleições gerais aconteçam em outubro deste ano.

É claro que não foi só a imprensa que forjou a imagem: o próprio Justin fez tudo o que estava a seu alcance para se colocar como um contraponto ao falastrão Donald Trump. A diferença entre ele e Trump é que o americano nunca fez questão de se esconder nas sombras, ao passo que Justin age com uma face pública e outra privada. Como bem lembrou o Breitbart, o fato acabou levantando outras questões contra o primeiro-ministro - incluindo envolvimento com prostitutas e uma acusação de assédio contra uma jornalista para quem Trudeau teria se desculpado alegando que "jamais cometeria tal ato se soubesse do veículo que a empregava". 

Trudeau é uma farsa, assim como seu discurso e sua agenda. Não se trata de defender a liberdade, mas sim de defender uma agenda que destrói os princípios que fundamentam o Ocidente. 


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