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O vexame de Bruno Covas: prefeito folião acha que administrar a cidade atrapalha sua agenda de rolês



Provavelmente o prefeito Bruno Covas nunca foi tão criticado quanto agora, em que as chuvas envolveram a cidade de São Paulo em uma das maiores enchentes dos últimos tempos.

Claro, chuva em março não é nenhuma novidade. É algo que ocorre em São Paulo pelo menos há quinhentos anos.

Ah, o prefeito não se ausentou apenas para o Carnaval: depois de ter curtido a folia em São Paulo ele esteve em Salvador.

E logo depois saiu de licença não renumerada. Muito provavelmente para não ser localizado.

Ora, o que se passa na cabeça do alcaide? Por acaso ele pensa que o cidadão paulistano irá aceitar pacificamente que ele tenha viajado em pleno período de chuvas, um momento crítico aguardado com apreensão pelo cidadão paulistano a cada ano que se sucede?

E o que dizer do descaso com o cargo?

Segundo apontou o colega cientista político Renato Battista em seu Twitter, "até agora, já são 108 dias de licença do Prefeito Bruno Covas. Tudo isso desde 2017, ou seja em pouco mais de 2 anos, são 108 dias longe da cidade". Como Renato também ressalta, isso não conta os feriados - data em que não se registra a presença do prefeito em seu gabinete.


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Fustigado pelas redes sociais o prefeito arregou. Em nota publicada em suas redes sociais e nas contas da prefeitura, Covas cancelou seu périplo por Portugal para voltar a São Paulo. Foi necessário que o tucano recebesse uma saraivada de críticas para descobrir que um administrador não pode se ausentar da cidade em períodos críticos. Não que a presença do prefeito vá diminuir a precipitação de água, mas sim pela segurança institucional que o chefe do executivo transmite ao se mostrar presente nos esforços de assistência a população que ele governa.

Covas não parece muito confortável na roupa de prefeito. Além da notória incapacidade administrativa, o prefeito desnaturado acha que pode enganar o munícipe com truques desastrados como nomear inimigos da própria gestão e adotar a agenda de seus opositores de extrema-esquerda para tentar roubar votos do socialista Márcio França - aquele que só venceu na capital graças a insatisfação dos paulistanos com o sujeito que substituiu João Doria, por acaso um sujeito chamado Bruno Covas Lopes.

Como já afirmei em um tweet mais cedo, o que parece é que o mandato de prefeito está atrapalhando a agitada agenda do badalado playboy. O prefeito que leva uma vida semelhante a do Ronaldinho Gaúcho está com dificuldades em administrar tantos rolês aleatórios por conta de questões menores como a administração pública, a chefia do executivo e o decoro que seu mandato exige. A sugestão para Bruno Covas é deixar seu posto. Renuncie. O presidente da Câmara Eduardo Tuma ficará feliz. O paulistano também ficará feliz, assim como ficarão felizes alguns tucanos mais conscientes que já perceberam que o prefeito aloprado está conduzindo o partido ao buraco. Covas também ficará feliz, já que poderá viver no circuito Ibiza/Miami/Nova York sem ser incomodado por ninguém. 

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