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Deputada do PSOL quer "selo de empresa machista". Que tal o selo de parlamentar mais patética do Congresso?



Foi com assombro que li a publicação do UOL sobre o projeto da deputada federal eleita pelo PSOL gaúcho Fernanda Melchionna:

Um projeto de lei enviado à Câmara dos Deputados no primeiro dia desta legislatura, na última segunda-feira (4), quer criar um selo de "Empresa Machista" para empregadores que pagam mais para homens do que para mulheres.
A proposta foi apresentada pela deputada Federal Fernanda Melchionna (PSOL - RS), que era vereadora antes de assumir o mandato este ano. Ainda não há data para que a proposta seja tramitada -- há mais de 500 projetos de lei depositados nesta primeira semana de atividade parlamentar.
As empresas que integrarem o que a proposta chama de Cadastro Nacional de Empresas Machistas pode ter restrições como proibição de empréstimos junto a bancos públicos ou até multas.
A deputada apresenta, como justificativa para a medida, a necessidade de combater "as manifestações misóginas do governo atual".
"A manifestação de que 'não empregaria [mulheres e homens] com o mesmo salário' e que 'tem muita mulher que é competente' é um escárnio com as mulheres", diz a deputada no projeto. As frases em questão foram ditas pelo Presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda durante o período em que atuava como deputado federal.

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Este é de longe um dos piores projetos já apresentados naquela casa. Não só versa sobre um tema já consagrado em lei como também tem zero preocupação trabalhista ou de gênero. Trata-se apenas de uma imbecilidade de uma adolescente crescida que deseja lacrar no parlamento. O detalhe é que ela deseja lacrar enquanto o presidente da República que ela espezinha está enfrentando um quadro de recuperação difícil no Hospital Albert Einstein, mas nem isso o livra de abutres como Melchionna - que está na mesma laia de tipos como Marcelo Freixo, Sâmia Bonfim e David Miranda (herdeiro da vaga do fujão Jean Wyllys).

Aliás, esta é a tônica do PSOL. Não produzem nada, apenas frases de efeito e histeria. De quebra ainda querem destruir a reputação de empresas e empresários usando o Estado como aparelho de perseguição. Sim, os que querem justiça defendem o que já está na lei. O que Fernanda quer é atuar como uma Torquemada feminista perseguindo malvados capitalistas, torturando seus negócios ao expor seus nomes em praça pública. Que diferença há entre ela e os inquisidores do passado? Nenhuma. Os inquisidores, aliás, não se importavam em destruir famílias e reputações. Exatamente como a patricinha psolista que não se importa com a consequência de seus atos na vida dos trabalhadores destas empresas. O que importa é enforcar o último capitalista com as tripas do último conservador.

Fica aqui a proposta deste humilde blogueiro: algum parlamentar poderia propor o selo de parlamentar mais patética do Congresso. Tenho certeza que a neófita Melchionna já é forte concorrente.

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