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Autores de ataque contra ministro do Meio-Ambiente devem sem enquadrados na Lei de Segurança Nacional



Não há meio termos para qualificar o ataque sofrido pelo ministro do Meio-Ambiente Ricardo Salles, acossado em um veículo por milicianos ligados ao PCO e MST. Aquilo ali foi crime e ponto. 

Foi crime por tratar-se de um agente de Estado nomeado por um governo eleito de forma democrática. 

Foi crime por que o que houve ali não foi um protesto, mas sim uma agressão. 

Foi crime pois Ricardo enquanto ministro não representa suas convicções ideológicas, mas sim o próprio Estado. 

Se o governo quer acertar, deve de imediato abrir uma CPI para averiguar os crimes praticados por esta gente. A ABIN e Polícia Federal devem investigar, prender e condenar os criminosos aspirantes a tonton macoutes. 

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Embora o PCO e MST não gostem da idéia, vivemos em uma democracia. Nosso estado ainda é norteado por leis que garantem não só a vontade das urnas como também a livre expressão - que jamais deverá ser confundida com selvageria. 

É bom que se faça o registro: não aconteceu nada minimamente semelhante com nenhum ministro de Dilma Rousseff durante a crise política que culminou com o impeachment daquela senhora. O que é inaceitável é que esbirros fascistóides de duas excrescências como PCO e MST pratiquem tal intimidação sem que haja nenhuma consequência. 

É bom lembrar que as esquerdas só tomaram esta liberdade por nunca serem responsabilizadas por seus atos criminosos. O próprio presidente Jair Bolsonaro certamente se cansou de ser atacado das piores formas sem reagir a altura. Nunca pediu que a PF, PM, Polícia Legislativa ou MP investigasse os ataques contra ele impetrados por estes extremistas. 

O resultado esta aí: qualquer rato antidemocrático se acha no direito de atacar um representante do Estado. 

A bola está nas mãos das autoridades. Os bandidos que atacaram o ministro devem ser imediatamente enquadrados na Lei de Segurança Nacional. 


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