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A histeria e o oportunismo militante no caso Extra. Defensores dos Direitos Humanos agora pregam justiçamento.




Como o leitor já deve ter se informado, um jovem foi morto por um segurança em uma das unidades do Supermercado Extra no Rio de Janeiro. Usuário de drogas, Pedro Gonzaga havia tentado subtrair a arma de um dos seguranças. Após entrarem em luta corporal, o segurança conteve o rapaz com o golpe conhecido como "mata-leão". Instantes após a divulgação da notícia uma série de histéricos lotavam as redes com as hashtags "#VidasNegrasImportam" e "#acarnemAisbaratadomercado".

Aos fatos:

É evidente que não é normal se tirar a vida de alguém em uma ocorrência destas. No entanto ainda não foi evidenciado se houve dolo. Quem deverá julgar isso é a Justiça após a devida apuração por parte das autoridades policiais. Justiça se faz por meio do devido processo legal e não por meio de histeria militante. Isto deveria ficar claro a todos, mas nunca custa lembrar.

Também não custa lembrar que é difícil falar na tese do racismo quando o segurança responsável era quase tão preto quanto a vítima. No máximo o que houve ali foi um uso desproporcional da força por parte do segurança, mas dificilmente isso se relaciona com racismo, avanço do conservadorismo ou qualquer outra pauta que os abutres progressistas queiram imprimir.

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Quando houve aquela morte do garoto no Habib's nos idos de 2017, muitos tentaram utilizar a tragédia para colher dividendos políticos, já que a rede de comida árabe havia apoiado as manifestações pelo impeachment de modo quase explícito. Ali Quando o adolescente João Victor morreu após sair de uma das unidades da rede, foi dito que os seguranças haviam agredido o moleque. Na verdade João havia morrido vítima de uma parada cardíaca decorrente do uso de drogas. Quem usou o episódio para lacrar se calou após a divulgação do laudo elaborado pelos peritos da Polícia Civil. Ninguém se preocupou com os trabalhadores que tiveram as vidas quase destruídas por uma acusação de homicídio e racismo. Exatamente como sempre. 

Podemos sim nos indignar com o episódio. Podemos eventualmente cobrar mais preparo de seguranças, um tratamento menos letal ou qualquer mudança neste sentido. Podemos até questionar esta política anti manicomial, já que alguns argumentam que tudo aconteceu em decorrência de um surto psicótico sofrido pelo rapaz. O que não podemos é embarcar em uma campanha suja de falsos defensores dos direitos humanos que pretendem acabar com o Estado democrático de Direito e o devido processo penal. O mais intrigante é que desejam fazer isso em nome de um jovem negro e pobre. Se forem bem sucedidos irão destruir a vida de outra família negra e pobre. Tudo pela política, é claro.

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