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Reação esquizofrênica de Maria Gadu contra Tulio Gadelha mostra que politicamente correto virou doença



Muitas piadas foram feitas com a reação da cantora Maria Gadu com a foto despretensiosa do deputado federal Túlio Gadelha (PDT-PE) e sua namorada, a jornalista Fátima Bernardes. O caso virou piada pela postura dura e crítica da artista com uma foto simples de um casal em um momento de descontração. 

Mas talvez fosse o caso de prestarmos mais atenção neste comportamento. Se repararmos bem, veremos que a pretensão dos tais justiceiros sociais é corrigir os erros da humanidade. É fazer justiça e reparação a tudo e a todos. É extirpar do mundo a injustiça, a desigualdade e o arbítrio. É daí que vem a problematização de tudo. Começaram problematizando questões importantes, resolvidas pela sociedade com o passar dos anos. Mas a ira dos justiceiros não parou: hoje o debate é levado até a relação milenar do home com animais. Já há até quem fale que fêmeas de animais de corte inseminados em criadouros são "estupradas para alimentar a indústria da carne". 

Porém aqui se estabelece um problema fundamental: qual seria a régua? A deles, é claro. E como a justiça seria aplicada? Bom, por hora eles estabelecem o que entendem por justiça por meios alternativos: seja por meio de seus lacaios na imprensa, seja por meio de constrangimentos (como no caso de Túlio e Fátima) ou por boicotes, assassinatos de reputação, perseguição em campus universitários, escrachos e etc.



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Agora imaginem se pessoas como Maria Gadu lograrem êxito em espalhar seu evangélico satânico. De certo a humanidade voltará ao tempo das trevas. Os justiceiros sociais já nos provaram inúmeras vezes que estão sempre dispostos a estabelecer a paz e a justiça de forma violenta, como já vimos no caso da tentativa de homicídio contra Jair Bolsonaro por um militante do PSOL ou nas agressões contra políticos de Direita como a agressão contra o deputado alemão Frank Magnitz ou o ataque a tiros contra o senador republicano Steve Scalise por um militante do partido democrata. 

Sim, estas afirmações parecem exageradas e até fora de contexto. "Como algo tão inócuo quanto as falas de Maria Gadu poderiam redundar nisso?" É um raciocínio bastante simples: o sujeito que se vê como o próprio instrumento da Justiça e Igualdade, ele passa a entender que qualquer discurso ou ato se justifica - já que todo o resto que é diferente dele representa necessariamente o mal, a injustiça e opressão. A partir daí tudo é válido. Os aspirantes a Torquemadas colocam a si próprios como métrica de retidão, lançando sua ira "santa" contra qualquer um. Até mesmo contra um rapaz que posta fotos ordenhando uma vaca com sua namorada. Lembra em muito a citação do policial Nicolai Trotsky ao jovem Leon Bronstein na série Trotsky: "No século 21, sob os gritos de uma multidão em júbilo, um camponês, um pobre coitado com um estilete na mão irá até o rosto esplêndido da Madona Sistina e desfigurará seu rosto em nome da igualdade e fraternidade". O que Maria Gabu pensa em termos de justiça está longe de ser uma reflexão equivocada, estando mais próximo da doença que acomete o Ocidente e o faz caminhar a passos largos para o abismo. 


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