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Maduro perde o reconhecimento da comunidade internacional. O chavismo cairá de podre



Poucas conjecturas são tão fundamentais no momento quanto a questão venezuelana. Ao menos é o que se depreende a partir do não reconhecimento do novo mandato do presidente Nicolás Maduro pela comunidade internacional. Mais cedo a Organização dos Estados Americanos e os Estados Unidos se pronunciaram reconhecendo o líder oposicionista Juan Guaidó como presidente de jure da Venezuela. Guaidó é deputado e líder da Assembléia Nacional, e se torna agora presidente interino do país perante a comunidade internacional. Entre os países que acompanharam a decisão estão Brasil, Canadá, 

Este é um golpe difícil para Maduro, já que até então as pressões contra seu governo se davam na forma de sanções diplomáticas e retaliações comerciais. Todas estas ações eram baseadas no princípio de que o governo bolivariano contava com a legitimidade conferida pela mesma democracia que o chavismo tentou sufocar. Agora Maduro passa a ser tratado como um pária usurpador que exerce o poder de forma inconstitucional.

É sem sombra de dúvidas um grande fato, visto que há uma profunda diferença entre o status de um governo reconhecido internacionalmente e outro que é tratado como um governo inconstitucional. A partir de agora Maduro não dispõe dos canais políticos e institucionais, visto que não é mais uma liderança a ser respeitada. O ato de hoje justifica desde já um levante militar contra o governo, ou mesmo uma ação externa.

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É claro, Maduro ainda conta com o aparato militar e com o forte apoio russo - que há coisa de dois anos vislumbrou na Venezuela a possibilidade de instituição de um "protetorado" em plena área de influência norte-americana. Mas é possível que Putin não proporcione a Maduro toda a proteção que o bolivariano poderá precisar diante das novas circunstâncias. Também há a questão de que setores das Forças Armadas Bolivarianas já começam a entender  que o regime poderá cair de forma violenta - hipótese que reforça a possibilidade de uma deposição via levante das forças regulares de segurança daquele país.

O regime de Maduro anda respirando por aparelhos, já que agora só governa pela força. Mesmo que persista por mais alguns meses (ou anos), o fará de forma truculenta, seja lançando seus soldados contra o povo, seja esmagando o povo com as milícias populares. Esta resposta a indignação do povo escravizado irá suscitar a ira, o que nos leva a concluir que de qualquer modo a Venezuela será palco de um banho de sangue. O que se espera é que ao final deste doloroso processo aquele povo sofrido consiga a Redenção por meio da liberdade.


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