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Hoje o Brasil estaria ao lado do carniceiro venezuelano caso Haddad fosse eleito presidente



De todas as lideranças políticas brasileiras, apenas as antidemocráticas se posicionaram contra o reconhecimento do líder opositor Juan Guaidó como legítimo presidente da Venezuela em caráter interino. Dentre estas forças (todas de extrema-esquerda, é claro), está o Partido dos Trabalhadores. Sua presidente, a senadora Gleisi Hoffmann, se saiu com esta pérola: 

Começamos hoje na América Latina a caminhada dos conflitos que tanto repudiamos em outros continentes. Líbia, Iraque, Síria são lembranças atuais das decisões arrogantes dos Estados Unidos e seus parceiros políticos. O Brasil só tem a perder com esta intervenção na Venezuela



Sim, esta é a reação da presidente do partido que se disse vítima de golpe. Que por acaso é o mesmo partido do candidato derrotado no segundo turno, Fernando Haddad. 

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Haddad, como se sabe, nunca foi um sujeito de luz própria. Tanto na prefeitura de São Paulo quanto na candidatura a presidência o sujeito nunca passou de um preposto do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, aquele criminoso que hoje reside em uma cela especial na carceragem da sede da Polícia Federal em Curitiba. 

Lula, como já ficou bem claro, sempre foi fiador do projeto bolivariano - inclusive utilizando recursos públicos brasileiros para ajudar seu comparsa venezuelano. Haddad - em que pese as tentativas vãs de dissociá-lo da figura de Lula e apresentá-lo como um acadêmico moderado (lembra do "Vote no Professor"?), nunca deixaria de contrariar o Jim Jones de São Bernardo, mesmo que pessoalmente nutrisse alguma divergência com o regime chavista. Mas é claro, não temos sequer o direito de suspeitar algo assim. Sua tese de mestrado foi " O caráter sócio-econômico do sistema soviético", em que o ex-alcaide elogia o regime comunista russo poucos meses antes de sua queda. 

Embora os defensores de Haddad tenham arrogado para si a defesa da democracia, dos direitos humanos e das liberdades, o fato é que a opção no fantoche de Lula nunca deixou de ser uma aposta na opressão, no fascismo e na barbárie. Sendo assim, só nos resta concluir que se Haddad houvesse vencido aquele pleito no lugar de Jair Bolsonaro, hoje teríamos o Brasil apoiando o carniceiro Nicolás Maduro. Isto por si só já é motivo para concluir que o Brasil rejeitou o ódio, o totalitarismo e a carnificina ao sepultar o petismo nas urnas. 

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