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Gleisi vai participar da posse de Maduro. Radicalização da senadora criminosa tem método e objetivos claros



Segundo informa o Correio Braziliense, a senadora e deputada federal eleita pelo estado do Paraná Gleisi Hoffmann irá participar da posse do ditador Nicolás Maduro - eleito em um processo fraudulento operado por seus lacaios. 

Chamada de louca nas redes sociais, Gleisi aparentemente estaria cometendo uma loucura ao ir na posse do ditador bolivariano após seu partido ter boicotado a cerimônia que empossou Jair Bolsonaro na presidência da República. De Guga Chacra a Flávio Augusto, vários formadores de opinião viram uma total incoerência na legitimidade que a petista conferiu ao sujeito que hoje faz as vezes de carrasco-mor da Venezuela. 

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Não é bem assim. A mente dos sociopatas não funciona da mesma forma que os mentalmente sãos. Como diria Carlos Andreazza, "há método" na movimentação da petista. Aos fatos: 

Gleisi  - mesmo sendo proveniente das franjas estudantis do Partido Comunista do Brasil, costumava atuar sobre a fachada de gestora pública. Foi assim que ela conseguiu passar pela Diretoria financeira da Itaipu Binacional, pela Secretária de Reestruturação Administrativa do Mato Grosso do Sul, Secretária Municipal de Gestão Pública de Londrina e finalmente pela Casa Civil de Dilma Rousseff. Sua radicalização se deu após o impeachment, justamente quando o partido afundava. E qual o motivo? Lula está preso, e de lá não deverá sair tão cedo. O partido carece de liderança que suceda a jararaca. Foi neste vácuo que Gleisi cresceu, passando de simples liderança local a preposto de Lula na presidência do partido. 

Pois é, Gleisi está de olho nos despojos de guerra. Sua radicalização tem método e objetivos claros. 



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