Ads Top

Fim do Bloco Soviético sepulta o achincalhe com o genocídio comunista no carnaval paulistano




Uma notícia inesperada deixou a cidade de São Paulo mais humana: chegou ao fim o infame Bloco Soviético.

Não, não falo da área de influência geopolítica da defunta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, mas sim de um bloco carnavalesco dirigido por militantes da extrema-esquerda paulistana que usavam o mais brasileiro dos feriados para festejar a morte das mais de cem milhões de vítimas do comunismo.

Entre chacotas, "criticas sociais fodas" formuladas por patricinhas feministas e deboche com regimes genocidas, o bloco desfilava com sua sujeira moral emporcalhando o carnaval paulistano.

Felizmente ruiu, assim como o agrupamento de nações submetidas a influência nefasta da tirania comunista. Nas palavras de seus dirigentes, o medo foi de "risco físico" para foliões (podemos também chamar de comensais da morte, é claro).

continua depois da publicidade:


Veja a nota do grupo:



"E eis que chegou a roda-viva das eleições e carregou o destino pra lá. Dada a mudança radical de contexto que vivemos de 2013 pra cá, achamos que nossa piada essencial se esgotou. Não é mais engraçado brincar de comunismo recreativo quando a acusação de ser comunista se tornou efetivamente perigosa – por mais patético que isso seja – e é usada amplamente pelas forças políticas horríveis que ascenderam ao poder no país", dizem os porcos. Não é mais engraçado? Certamente nunca o foi. Claro, sociopatas possuem visões de mundo distintas das pessoas mentalmente saudáveis. É bem provável que os integrantes do bloco achem divertidas as histórias do Holodomor, a "Descossaquização" e o Massacre de Katyn.


Em cima a capa da página do Bloco Soviético no Facebook. Abaixo uma foto de crianças do Holodomor.
Sejamos objetivos: a desistência só engrandecerá o Carnaval paulistano. Embora seja um período em que os esquerdistas se coloquem como donos da rua com blocos como o "Baixo Augusta", o fato é que há uma grande diferença entre se colocar como progressista e como admirador do Regime Soviético.

Como disseram os representantes da escória que organizavam o bloco, a roda-viva das eleições chegou e carregou o destino desta gente suja para longe das ruas. A tal resistência que se diz defensora da democracia se sente ameaçada pelo sufrágio popular, que de forma muito sublime sepultou o desejo de retorno ao poder por parte dos que pretendiam que o Brasil experimentasse da mesma forma alternativa de "democracia" já provada por cubanos, chineses, norte-coreanos, albaneses e outras tantas nações caídas em desgraça. Só pontuarei aqui algo que já manifestei em meu Twitter:

E por favor, que ninguém sugira que este tweet se trata de uma apologia a violência. Não é. Trata-se tão somente de submeter estes meio-humanos ao próprio livro de regras.



Curta o Reacionário no Facebook:


[left-sidebar]
Tecnologia do Blogger.