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Decreto das armas: com a palavra, Benê Barbosa





Diante de tudo o que tem sido dito sobre o novo decreto presidencial publicado hoje sobre o porte de armas, há a evidente necessidade de tratar o assunto da forma adequada: o decreto não lembra em nada a posição histórica defendida pelo presidente Jair Bolsonaro.

Verdade seja dita, o governo conseguiu desagradar a gregos e troianos - como lembrou bem Flávio Quintela em sua coluna na Gazeta do Povo. Ficou aquém do esperado, sobretudo ao criar burocracias como a do cofre - algo inócuo que ainda não foi devidamente explicado. Ao mesmo tempo deixará furiosos aqueles que defendem o desarmamento civil.

Ou mesmo a questão do índice de violência habilitando o indivíduo a adquirir a arma de fogo. Como explica o ativista Benê Barbosa, um paulista não terá o mesmo direito de acesso ao porte de arma de fogo que um carioca - já que os índices paulistas são muito menores.

O que a direita deve entender é que o direito a porte e posse de arma de fogo não é política de segurança pública, mas sim uma das mais importantes liberdades civis. É por isso que fica difícil liberar o acesso utilizando parâmetros de segurança pública.

Enfim, o assunto ainda deverá ser tratado aqui com a devida profundidade. Por hora fica o excelente comentário de Benê Barbosa para o canal da jornalista Leda Nagle, em que ele resume o decreto em algumas linhas. Veja o vídeo:



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