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Bruno Covas mostra que não tem dignidade (nem culhões) ao nomear secretário para agradar extrema-esquerda





O prefeito de São Paulo Bruno Covas resolveu fazer o impensável nos últimos dias: em uma estratégia aloprada, resolveu conferir ares "progressistas" a sua gestão. Para a Secretaria de Esportes trouxe o pastor socialista Carlos Bezerra, deputado estadual derrotado que integra a ala esquerda do PSDB (além de ser amigo e camarada do jornalista Leonardo Sakamoto). Outro nome anunciado por Covas foi o advogado João Cury Neto, ex-secretário da Educação do socialista Márcio França nos breves e tumultuados oito meses em que o cidadão ocupou o Palácio dos Bandeirantes. Evidente que de todas as ações condenáveis, o ápice da loucura se deu com a nomeação de Alê Youssef para a Secretaria da Cultura no lugar do cineasta André Sturm.

Sim, Covas enlouqueceu. Em tempos de desmoralização pública das esquerdas, o prefeito sai a cata dos cadáveres mais pustulentos e os abraça. Sem qualquer noção política, Covas faz como aqueles adoentado de Bird Box - resolveu adotar o suicídio político como meta. Ao menos é o que suas ações erráticas sugerem.

Não que alguém se importe muito com Bruno Covas, integrante de um  partido decadente cuja estatura política sem encontra em processo adiantado de decomposição. O PSDB foi simplesmente arrasado nas urnas, justamente por adotar por máxima a pusilanimidade. O sujeito se elege vice-prefeito de São Paulo com uma plataforma contrária as esquerdas no período pós-impeachment para depois alojar na prefeitura um figura que se refere ao processo como "golpe".

Sabemos aqui o que move a gula de Bruno: ele está de olho nos mais de três milhões de votos que o socialista Márcio França recebeu na capital. Espera se reeleger desta forma covarde. Como o desespero é péssimo conselheiro, Covas (que é político velho) não calcula algumas nuances. Como o fato de que Jair Bolsonaro teve quase três milhões e setecentos mil votos na capital, demonstrando a inequívoca inclinação do eleitor paulistano pela Direita. Nosso prefeito também não pensa no óbvio: quem é de esquerda não irá votar em um tucano nem que ele nomeie Marilena Chauí para a Educação.

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Nosso prefeito parece tão desesperado quanto peixe fora d'água, já não calcula mais os passos que dá em sua tentativa de permanecer colado a cadeira de prefeito. Uma dica ao prefeito: trabalhe. Um dos motivos pela qual Doria foi defenestrado nas urnas da capital foi justamente o fato de ter iniciado uma série de ações que depois foram abortadas pelo preguiçoso Bruno, aquele que só é prefeito até as 18 hrs.

Querem um exemplo? Onde está o Cidade Linda? E o Bairro Lindo, aqueles mutirões organizados nos bairros com a colaboração de funcionários da prefeitura, voluntários e moradores que de forma conjunta recuperavam áreas e equipamentos públicos? Simplesmente acabou, já que o prefeito odeia trabalho.

Sabem o que também não vai bem? O programa Redenção.  A cracolândia se espalhou pela cidade, e hoje até bairros mais afastados do centro começam a ser alvos de usuários de crack. E o que dizer do Corujão da Saúde, abandonado por completo?

E por que não não falar da Operação Tapa Buracos? Bairros como a Vila Mariana parecem mais um queijo suíço, tamanha a quantidade de buracos na via pública. Para incrementar o prefeito garante a falta de luz nas vias públicas, sujeira, descarte de lixo irregular por toda parte, invasões, mendicância e tudo o que há de degradante.

O prefeito (que parece não ter aprendido nada com o avô) acha que pode passar três anos na flauta e depois pedir voto trocando o eleitorado. A seguir nesta toada iremos ver Covas ano que vem se lançando candidato com o slogan "contra o fascismo, contra o golpe e pela resistência". O problema (como ele logo irá descobrir) é que as esquerdas podem até comemorar a adesão dele ao esquerdismo de ocasião, mas não irá jamais deixar de votar em seus candidatos para votar no coxa que chegou ao cargo pelas mãos do tucano que mais bateu nos vermelhos. Se querem saber, esta estratégia política (se é que pode ser chamada assim) lembra muito aqueles garotos que apanham do valentão da sala e que julgam que irão escapar das agressões se agradarem a turma do fundão. O que acontece nestes casos é que o valentão se aproveita do patife, pega todo o dinheiro do seu lanche e no fim ainda tira sarro do garoto na frente da galera. É até constrangedor para o altivo povo paulistano ver que seu prefeito se dispõe a um papel tão humilhante.



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