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Opção pela agenda da extrema-esquerda coloca fim ao programa "Amor e Sexo"



Chega ao fim o programa "Amor e Sexo", conforme atesta o portal R7:

O programa de Fernanda Lima chegou ao fim na Globo.
A atual temporada de "Amor & Sexo" será a última.
A produção da atração já foi avisada.

No ar desde 2009, a atração de Fernanda Lima vem perdendo em audiência para "A Fazenda", da RecordTV, e enfrentando uma grande queda de público. Há dias em que chega a perder o terceiro lugar para o SBT.
Na média nacional, a audiência da atração despecou quase 70% de 2016 para 2018.
No último dia 13, entre as 23h13 e 0h08, a atração global conquistou 10,7 pontos de audiência. O SBT marcou 11,2 pontos, com a exibição de parte do “Programa do Ratinho” e “Cine Espetacular”. A Record ficou na liderança com “A Fazenda 10”, que ficou isolada em primeiro lugar com 12,9 pontos. Cada ponto equivale a 72 domicílios da Grande São Paulo.
O programa se envolveu em polêmicas, como a mais recente, com o cantor Eduardo Costa, que atacou Fernanda Lima nas redes sociais após um discurso dela no programa contra o machismo e preconceito. A confusão rendeu para ambos os lados.

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Pois é. A opção pela agenda da extrema-esquerda foi determinante para o fim da atração. Fernanda Lima arregimentou em torno de si o que havia de pior no meio televisivo. Cercada de outros militantes extremistas, Fernanda se perdeu em um caminho sem volta quando resolveu fazer de seu programa uma trincheira política.

Deu no que deu. Mas não foi um simples fim, mas uma morte lenta e dolorosa por inanição. O programa experimentou seu inferno astral nas últimas edições ao tomar posição partidária em torno de partidos que foram rejeitados pelo eleitorado. Mesmo reprovados pelos índices de audiência, insistiram em atuar como black blocs televisivos. Elegeram o povo brasileiro como seu inimigo. A gota d'água foi o programa gravado em julho em que a apresentadora dizia que "iria sabotar o sistema machista e patriarcal".

Evidente que a retórica virulenta desagradou, e o preço pago foi mais alto do que os aloprados poderiam supor. Para eles o pior foi que a morte do programa se deu de forma humilhante, com tons de decadência que entrarão para a história da tv brasileira como um dos maiores vexames de uma emissora. Fernanda Lima chegou a chorar em vários episódios do programa na vã tentativa de manter sua posição, o que deu em água.

Para quem analisa o debate público o caso do Amor e Sexo se mostra como um excelente objeto de estudo. Mesmo ocupando o centro das atenções da mídia e alcançava os trending topics do Twitter em todas as suas exibições, isso nem de longe se relacionava com os números do Ibope. A razão é simples: a linha editorial do programa agrava em muito aos progressistas que controlam os grandes veículos e aos influenciadores digitais que majoritariamente se alinham no campo das esquerdas, mas nem de longe correspondia as expectativas de quem interessa: o telespectador. Desta forma Fernanda Lima deixou de falar com o público para fazer monólogos com sua claque canhota.

Bom, provavelmente Fernanda Lima não perderá seu contrato com a Globo - até porque, devemos reconhecer, a moça não é uma total incompetente. Seu histórico profissional mostra que ela pode apresentar atrações bem produzidas e que há ali algum talento. Mas se por acaso ela for dispensada da emissora, poderá encontrar um excelente emprego no Quebrando o Tabu ou no Huffington Post. Se terá ou não audiência, aí é outra história. Como diz o chavão: quem lacra não lucra.




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