Ads Top


O fantoche Haddad não aceita derrota nas urnas e quer processar Whatsapp nos Estados Unidos



Esta pérola foi noticiada pelo Brasil 247:

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, ex-candidato do PT a presidente nas últimas eleições, anunciou nesta quinta-feira, 21, que poderá ingressar com uma ação judicial contra o Whatsapp nos Estados Unidos, para que a empresa esclareça informações sobre a disseminação em massa de notícias falsas durante a campanha eleitoral.
Haddad participou de entrevista coletiva após reunião com parlamentares do PT, em Brasília. "Nesta minha viagem aos EUA, estamos avaliando entrar ação judicial contra o Whatsapp, para que ela lá preste contas do que fez aqui, desconhecendo a jurisdição das autoridades brasileiras, em termos de transparências para as autoridades do País", afirmou.
"Eles estão se negando a revelar os macros dados, para que eles possam dizer o que aconteceu nas eleições brasileiras. quem financiou, quantas mensagens, para beneficiar quem? As redes sociais devem ser utilizadas em benefício das pessoas, não para destruir a democracia. No campo do mau uso da tecnologia da informação, temos que aprofundar o debate interno para que isso não se repita", afirmou Haddad.
O líder petista confirmou que deverá defender a agenda de defesa dos direitos sociais e dos direitos civis em relação ao governo eleito de Jair Bolsonaro. Haddad disse também que iniciará uma campanha internacional de contatos com setores de centro-esquerda nos Estados Unidos e na Europa. "Vamos manter contatos com a centro-esquerda europeia, setores progressistas na Itália, na França, e na Alemanha preocupados com o crescimento do conservadorismo e de corte dos direitos sociais. Esta onda conservadora se vale das modernas tecnologias para solapar as bases da democracia", diz ele.
continua depois da publicidade



Mesmo vindo do diário do ex-jornalista Leonardo Attuch, o fato evidencia que o petista não reconheceu ainda o resultado das urnas. Isso não deve ser interpretado como mera birra de perdedor, mas sim como a posição obstinada de alguém que se coloca contra a democracia e a soberania do voto. 

Isso é uma postura irresponsável tomada de forma consciente pelo candidato derrotado. É uma posição que atesta as razões pela qual o Partido dos Trabalhadores passou a ser enquadrado como uma organização de extrema-esquerda e não de centro-esquerda: o PT reconhece a legitimidade de governos autoritários como Cuba e Venezuela, mas diz que uma eleição legítima só se concluiu com um resultado desfavorável por conta da atuação do Whatsapp. 

Aliás, a opção de Haddad em recorrer a justiça americana demonstra que o petista não reconhece sequer a legitimidade da Justiça brasileira. É bom lembrar que a Justiça Eleitoral brasileira determinou que as plataformas digitais abrissem seus contratos com a campanha de Jair Bolsonaro (isto é, no caso de terem de fato prestado serviços ao candidato). Facebook, Whatsapp e Twitter negaram a prestação de serviços, enquanto o Google afirmou ter recebido a bagatela de R$ 1 mil para colocar o site do candidato como primeira opção na busca. Qualquer um sabe que isso não é suficiente para vencer uma eleição, e que sequer é crime. Ah, o pedido de esclarecimento foi feito pelo ministro Luiz Barroso - crítico de Bolsonaro e notório militante de extrema-esquerda. 

Claro, Haddad é um golpista. Tão golpista que aceitou ser preposto de um presidiário que dirige uma organização criminosa que usa um partido como fachada para seus crimes. Dele não se espera nada que não o comportamento próprio do submundo.

Curta o Reacionário no Facebook:


[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.