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Deputado do PSOL que agrediu mulher e deputado eleito do PSL deve ser imediatamente cassado



Notícia do G1:

Deputado interrompe audiênciaA confusão na Alesp começou antes mesmo do início da discussão proposta pela audiência. Após o deputado Carlos Gianazzi apresentar os convidados para o debate, uma pessoa da plateia gritou para fosse tocado o hino nacional.
O deputado eleito Douglas Garcia caminhou, então, até a mesa onde estavam os convidados e Gianazzi. Segurando um celular como se filmasse o que ocorria, Garcia tentou interromper a discussão que estava prestes a começar e afirmou que falava “em nome da democracia”. Quando ele dizia que foi eleito “deputado estadual” por São Paulo houve vaias e aplausos.
Com o microfone em mãos, Gianazzi se levantou da cadeira, disse para Garcia “não atrapalhar” e acusou o deputado eleito de estar “provocando”. No auditório foram ouvidos gritos de “fora” para Garcia. Um grupo de pessoas que assistia ao debate e policiais militares se aproximaram da mesa e ficaram em volta de Garcia.
“Ele está provocando, é uma provocação”, disse Gianazzi no microfone, do outro lado da mesa. PMs se aproximaram de Garcia, que subiu no palco onde estava a mesa com Gianazzi e os convidados.
Os presentes na plateia começaram a gritar em coro “fascistas não passarão”, e Douglas Garcia se aproximou ainda mais de Gianazzi, que permanecia do outro lado da mesa. "Depois você vai falar", disse Gianazzi no microfone, se dirigindo a Garcia.
Uma mulher apoiadora de Garcia também se aproximou de Gianazzi, permanecendo do outro lado da mesa, e começou a filmá-lo. Mesmo sem microfone, Garcia insistia para falar em frente à mesa, em cima do palco, enquanto usava o celular para filmar a si mesmo. Ele permaneceu no lugar sob gritos de “fora”.
Garcia se virou, então, para Gianazzi e os dois começaram a bater boca, longe do microfone. Douglas Garcia continuou com o celular na mão, aparentemente filmando tudo. Gianazzi se irritou e tentou tomar o celular de Garcia, enquanto os presentes continuavam gritando. Os dois foram separados por policiais militares.
Em seguida, a apoiadora de Garcia que filmava Gianazzi se aproximou do deputado do PSOL e bateu boca com ele, momento em que o parlamentar tentou tomar o celular dela também. Novamente policiais militares se aproximaram para apartar. A mulher permaneceu no lugar, gritando e dizendo a policiais ter sido agredida.
Após a confusão, Douglas Garcia e a mulher deixaram o auditório da audiência e a discussão começou. O debate durou entre por volta de 19h e 22h30.
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Aqui temos o vídeo do momento da agressão: 


Primeiro fato lamentável da notícia: o jornalista da Globo se refere a uma agressão como mera confusão. Isso confunde o leitor sobre o que realmente houve no plenário da Assembléia Legislativa de São Paulo: um parlamentar agrediu um parlamentar eleito e a mulher que o acompanhava. 

Ah, o agressor não é qualquer parlamentar - mas sim um militante do Partido Socialismo e Liberdade, organização criminosa que é mais conhecida pela sigla PSOL. 

O advogado Jorge Luiz Saldanha está correto em sua afirmação: audiências públicas são debates que envolvem representantes da sociedade civil acerca de qualquer tema apreciado pelo Legislativo, e como tal devem compreender ambos os lados envolvidos na questão. O que foi feito na ALESP é apenas uma prática comum entre as esquerdas, que é o debate de uma nota só. O organizador convoca uma audiência pública e chama sua claque de canalhas para o aplaudirem. Como debatedores são escolhidos apenas os que concordam ou que divergem de leve. No fim das contas eles vencem, já que assassinaram o debate plural e democrático por asfixia. 

Tanto é verdade que o psolista desmascarado não teve sequer argumentos para sustentar sua versão dos fatos, partindo logo para a agressão. E ninguém na nossa porca imprensa contextualizou o fato de que o truculento agressor que atacou uma mulher e um negro no plenário da ALESP também é um deputado de um partido que ostenta o título de defensor de negros e minorias. 

A nós não espanta a selvageria de Giannazi, menos ainda sua tentativa de calar o contraditório na porrada. É uma posição coerente com o socialismo defendido pelo partido, e política geral em qualquer país cujo povo tenha a infelicidade de ter estes crápulas no poder. Não espanta nem é novidade. 

Espantoso mesmo é o fato da ALESP permitir que este sujeito permaneça como deputado. Bom lembrar que o mesmo Giannazi levou um striper para se apresentar no plenário por ocasião do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Comunidade GLBTT. O tal profissional fez uma performance no plenário Pedro I rebaixando a Casa do Legislativo a condição das casas de tolerância em que estas pessoas rotineiramente trabalham. Giannazi chegou a se defender da acusação de quebra de decoro argumentando que "aquilo acontecia na rua por ocasião da Parada Gay". Queira o parlamentar ou não, a rua não é ditada pelas mesmas regras que regem o Legislativo -  e isso é um mínimo que um parlamentar deve saber. Ou melhor, Giannazi até sabe que está violando princípios, mas o faz de forma calculada. A agressão contra Douglas e a ativista demonstram que para ele o ideal é mesmo a censura e a restrição do direito a cidadania aos que com ele concordam. O resto só merece mesmo porrada. 

Felizmente ano que vem a ALESP terá outra configuração, e o PSL de Douglas Garcia terá maioria. Pela honra do partido é necessário que se articulem para cassar o mandato do agressor Giannazi.  


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