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Autora de matéria da Folha contra Bolsonaro perde a linha com o Whatsapp após empresa desmentir sua acusação



Quem aqui se lembra de Patrícia Campos Mello, a petista responsável pela matéria que acusava um grupo de empresários (incluindo Luciano Hang) de terem patrocinado conteúdo de campanha de Jair Bolsonaro no Whatsapp? Desmentida pelo Facebook, Twitter e Whatsapp, a jornalista reagiu com raiva declarando que o principal não foi respondido. Veja os tweets.





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Isso nem de longe pode ser considerado um comportamento aceitável para um profissional de imprensa pelos seguintes motivos:

1) A jornalista não conseguiu estabelecer uma relação causal ou factual em suas acusações
2) A jornalista não apresentou prova alguma do que foi dito
3) A jornalista apelou para o argumento de "que se está na Folha é verdade"
4) Após ter provocado grandes crispações com seu factoide, a jornalista toma carona na decisão da justiça em investigar suas afirmações como prova de que há procedência
5) A justiça convoca as empresas citadas a se explicarem
6) As empresas negam
7) A jornalista que um dia antes havia celebrado o andamento do caso ataca as companhias por não entregarem o que ela quer

Até então a tal Patrícia Campos Mello era só mais uma militante de redação, mas depois de hoje ela se mostra ainda mais abjeta. O que a jornalista petista queria era um julgamento de exceção, onde o acusado não tem direito ao contraditório e as testemunhas são coagidas a apresentarem as provas que a acusação quer. Patrícia se mostra um monstro moral que pretende submeter seu adversário político a um julgamento bolivariano. Para os que duvidavam não resta mais dúvida alguma de que Patrícia e seu jornal sujo pretendiam manipular o debate público e interferir nas eleições com o embuste publicado contra Jair Bolsonaro. Isso não é exercício da liberdade de imprensa, mas sim associação criminosa com propósitos antidemocráticos. Independente de quais forem as eventuais punições a conspirata tramada nos porões da Folha de SP, o fato é que o vexame protagonizado pela jornalista em seu rompante histérico já servirão para liquidar o resto de reputação da qual o jornal ainda desfrutava.


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