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Sim, Lula realmente declarou seu amor a Hitler para a Playboy. Este blog relembrou este fato em maio de 2017

Em 06 de Maio de 2017, o blog O Reacionário relembrou a entrevista concedida por Lula a revista Playboy em 1979. Foi lá que o chefe da organização criminosa revelou sem pudor algum sua admiração por Adolf Hitler e outros carniceiros como Mao, Aiatolá Aiatolá Khomeini.

O assunto voltou ao debate agora por conta de um vídeo onde o MBL expõe as contradições e mentiras de Lula - que são devidamente acobertadas pela imprensa adestrada. Como aqui se trata de dizer a verdade, denunciamos o fato por ocasião dos processos contra Lula no ano passado - quando o criminoso aspirante a Pol Pot começou a ameaçar a imprensa, o judiciário e a oposição. Agora voltamos a reproduzir o texto, para que a verdade e a democracia prevaleçam. A ironia das ironias é ver o PT associando seu principal opositor nas urnas ao ditador Adolf Hitler quando sua principal liderança o elogiou com a cara mais deslavada do mundo.

Antes de endossar uma candidatura como a de Jair Bolsonaro, da qual divergimos em grande parte, lembramos que amplos setores da imprensa estão mancomunados com Fernando Haddad - aquele prefeito escorraçado de São Paulo por ter feito a pior gestão da história. Haddad hoje é laranja de Lula, pretendendo imitar o que Héctor Campora fez na Argentina com Juan Domingo Perón. Ou pior: já que Lula além de tudo é criminoso condenado e preso, e o tal laranja pretende soltá-lo para que ele incendeie o país.

Leiam atentamente os fatos narrados abaixo. As fontes estão todas disponíveis.



Sim, Lula realmente declarou seu amor a Hitler, Mao, Fidel e ao Aiatolá Khomeini. Além de zoofilia e outras coisas




Não estava nos planos falar sobre o assunto, mas alguns leitores questionaram a informação de que Lula houvesse confessado seu amor por ditadores como Fidel Castro, Mao Zedong, Adolf Hitler e Aiatolá Khomeini. Entre os que nutriam a dúvida sincera, surgiram petistas enchendo o inbox de ofensas. Não creio que é necessário apresentar provas para petistas e suas prostitutas de ocasião, mas é satisfatório ver olhar nos olhos dessa escória enquanto os surramos com a verdade. Então, aí está a entrevista de Lula a Playboy. Foi no ano de 1979. Lula não só confessa o amor a ditadores, como também entrega de bandeja a prática da zoofilia e imoralidades com viúvas desamparadas. Segue o trecho da entrevista na transcrição, abaixo o original em slideshare. Mas adiante, uma reportagem da Folha de São Paulo. Em 1994 os petistas assaram a se preocupar com a possibilidade de que aquela entrevista atrapalhasse as pretensões presidenciais de Lula. Infelizmente a preocupação foi desnecessária. A entrevista reproduzida abaixo pode ser lida também no Slideshare (clique aqui).

 (…)
Playboy – Há alguma figura de renome que tenha inspirado você? Alguém de agora ou do passado?
Lula [pensa um pouco]- Há algumas figuras que eu admiro muito, sem contar o nosso Tiradentes e outros que fizeram muito pela independência do Brasil (…). Um cara que me emociona muito é o Gandhi (…). Outro que eu admiro muito é o Che Guevara, que se dedicou inteiramente à sua causa. Essa dedicação é que me faz admirar um homem.
Playboy – A ação e a ideologia?
Lula – Não está em jogo a ideologia, o que ele pensava, mas a atitude, a dedicação. Se todo mundo desse um pouco de si como eles, as coisas não andariam como andam no mundo. (…)
Playboy -Alguém mais que você admira?
Lula –  [pausa, olhando as paredes] – O Mao Tse-Tung também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa.
Playboy -Diga mais…
Lula – Por exemplo… O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer.
Playboy -Quer dizer que você admira o Adolfo?
Lula –  [enfático] Não, não. O que eu admiro é a disposição, a força, a dedicação. É diferente de admirar as idéias dele, a ideologia dele.
Playboy – E entre os vivos?
Lula – [pensando] – O Fidel Castro, que também se dedicou a uma causa e lutou contra tudo.
Playboy – Mais.
Lula –  Khomeini. Eu não conheço muito a coisa sobre o Irã, mas a força que o Khomeini mostrou, a determinação de acabar com aquele regime do Xá foi um negócio sério.
Playboy – As pessoas que você disse que admira derrubaram ou ajudaram a derrubar governos. Mera coincidência?
Lula – [rápido] – Não, não é mera coincidência, não. É que todos eles estavam ao lado dos menos favorecidos.
(…)
Playboy – No novo Irã, já foram mortas centenas de pessoas. Isso não abala a sua admiração pelo Khomeini?
Lula –  É um grande erro… (…) Ninguém pode ter a pretensão de governar sem oposição. E ninguém tem o direito de matar ninguém. Nós precisamos aprender a conviver com quem é contra a gene, com quem quer derrubar a gente. (…) É preciso fazer alguma coisa para ganhar mais adeptos, não se preocupar com a minoria descontente, mas se importar com a maioria dos contentes.





Link original da matéria da Folha de São Paulo.

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