Ads Top


Primeira obrigação do novo Congresso é enquadrar Facebook e Twitter para que respeitem neutralidade da rede


Estas eleições foram marcadas pela transposição do debate público para as redes sociais. Antes mesmo de seu início houve uma clara tentativa por parte de jornalistas militantes e políticos de extrema-esquerda mancomunados com os velhos barões da imprensa tradicional para cortarem as gargantas da mídia independente. Criaram as agências de censura e tentaram assassinar reputações dos que não falavam a mesma língua da mídia amestrada.

Os esforços até aqui foram em vão, mas isso não significa que desistiram de interferir no debate público. Hoje mesmo aconteceu do Twitter tirar hashtags contrárias ao candidato Fernando Haddad dos trendings mesmo com toda a mobilização de usuários. Comentei o fato mais cedo:

Isso é algo corriqueiro no Twitter, que assim como o Facebook adota o padrão de derrubar contas de formadores de opinião de direita e simpatizantes sempre de forma obscura e sem prestar qualquer satisfação. Além de protegerem a truculência dos extremistas de esquerda e as fake news dos jornalistas da mídia mainstream, as redes interferem no debate público mexendo no que é invisível ao olhos: o algoritmo e os trendings.

No caso do Facebook, além da censura descarada há a diminuição do alcance de páginas independentes e o impulsionamento do que os censores classificam como correto. No Twitter há a derrubada de hashtags desfavoráveis a extrema-esquerda. Tanto uma rede quanto a outra são conhecidas pelo comportamento antidemocrático com que tratam usuários que discordam do pensamento de seus executivos. O viés já está provado pelas falas de Mark Zuckerberg e Jack Dorsey - respectivamente os chefões do Facebook e Twitter.

Nos Estados Unidos tivemos relações no mínimo impróprias com membros do Partido Democrata, aqui no Brasil se revelou que a responsável pela área de segurança era uma advogada petista que assessorou Gleisi Hoffmann quando a senadora criminosa esteve a frente do Ministério da Casa Civil. Segundo o próprio Facebook, foi esta área que determinou quais páginas e perfis seriam derrubados para não "interferirem" nas eleições. Daí vemos o seguinte: páginas de extrema-esquerda espalhando as mais diversas fake news contra Bolsonaro e o Twitter derrubando hashtags de seus apoiadores. Isso dá o tom de qual deverá ser a primeira obrigação da nova composição do Congresso Nacional a partir do mês de março: deverão convocar os executivos destas plataformas para que prestem esclarecimentos. Deverão ser ouvidos em CPI para que esclareçam as práticas criminosas e golpistas que tomaram contra os brasileiros. Isso não será difícil de ser feito, já que só o partido do provável futuro presidente conta com 52 parlamentares.



  Curta o Reacionário no Facebook:

[left-sidebar]
Tecnologia do Blogger.