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Perito que diz que vídeo de Dória é legítimo imita advogado de Adélio Bispo e se recusa a dizer quem o contratou


Mais cedo o perito Onias Tavares de Aguiar divulgou laudo sobre o vídeo sexual atribuído a João Doria em que diz que a gravação não foi manipulada, mas que ressalta que "não é possível afirmar que o homem no vídeo é mesmo o candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB". 

O mais estranho aqui não foi o fato do perito afirmar que "Não analisou o vídeo original, mas sim o material fornecido pelo seu cliente". O curioso foi o fato dele não revelar quem foi o contratante. 

Mas vejamos: quem foi que apoiou o tal laudo? Sim, a blogosfera de esquerda. 

E quem saiu alardeando que o fato complica Doria? Sim, os partidários de Márcio França. 

Entre eles o vereador paulistano Camilo Cristófaro, capanga de França homiziado na Câmara Municipal de São Paulo. O próprio parlamentar havia assumido que foi o responsável pela viralização do vídeo. 

Vamos partir aqui do princípio "cui bono", que em uma tradução rasteira do latim significa "quem se beneficia". 

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Até o momento vimos justamente Márcio França e seus lacaios pregando moral, alegando que aquilo foi uma sujeira de Doria que reforçaria sua fama de traidor. Entre eles o próprio Camilo Cristófaro, conhecido na política justamente por ser truculento e aloprado. 

O próprio França chegou a ironizar Doria afirmando que "o problema é dele, não era eu que estava naquele vídeo". 

Agora surge um perito que assim como os advogados de Adélio Bispo não ousa dizer quem está pagando seus honorários. 

Curioso. Enquanto isso os aloprados de França (incluindo nomes do PT, PCdoB e PSOL) espalham que os peritos independentes contratados pelo portal O Antagonista e Veja São Paulo (que sempre fez oposição a João Doria) mentiram para proteger o tucano. 

Esta questão do vídeo do Doria é bem simples: o que menos interessa para o debate público é se a gravação é verdadeira ou não. Se for verdadeiro, não é algo que interesse ao debate público. Se o sujeito fuma, cheira, se faz sexo com pessoas do mesmo sexo ou se tem fetiches estranhos - o problema é dele. Não interessa. 

Se for falso, pior ainda. Significa que temos criminosos concorrendo ao governo do Estado de São Paulo. 

O cerne da questão é que a gangue de Márcio França, assim como o PT, acha que pode fazer o diabo para vencer uma eleição. Inclusive destruir a família de adversários.

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