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Paulistas: não adianta votar em Bolsonaro e eleger um governador que apóia o #EleNão


Como este blog publicou instantes atrás, o socialista Márcio França apóia o movimento #EleNão e diz que quem apóia este movimento não pode votar em João Doria para governador. 


Vamos rever o print da publicação que o covarde embusteiro apagou de seu Twiiter. 



Vamos ter que concordar que Márcio Cuba não está errado. Se o sujeito é militante do #EleNão, por óbvio está mais próximo de França do que de João Doria. 

Por outro lado, isto impõe um dilema para o eleitor de Jair Bolsonaro que pretende votar no extremista de esquerda para governar São Paulo pelos próximos quatro anos. 

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Como votar em Bolsonaro para presidente e manter no Palácio dos Bandeirantes  alguém que apóia o #EleNão?

Como votar em Bolsonaro por ser contra o Foro de São Paulo e instalar no governo do estado mais importante da federação alguém que integra a instituição política que serve de base para os partidos da extrema-esquerda latino-americana?

Como chutar Fernando Haddad e o Partido dos Trabalhadores da Presidência da República alegando que são comunistas e botar no governo paulista alguém que não só é socialista, como conta com o apoio do PT e tem como chefe da Casa Civil o comunista Aldo Rebelo?

É evidente que muitos não perdoam o fato de Doria ter afirmado que permaneceria quatro anos na prefeitura para depois descumprir o prometido. Mas é bom ponderar o seguinte: o que é mais grave, abandonar um posto antes do combinado ou ser simpatizante do mesmo regime bolivariano?

São dilemas que devem ser respondidos. O risco que se corre é transformar o mais próspero estado da federação, o bastião da luta contra o petismo e da resistência ao bolivarianismo em último reduto da gangue totalitária que destruiu o Brasil em sua tentativa de instaurar a ditadura do lulopetismo no Brasil.


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