Ads Top


O Brasil provou que é maior que o petismo derrotando a organização criminosa nas urnas


O dia de ontem estabelece um novo marco na história democrática brasileira. Romperam-se os grilhões do modelo político imposto pela Nova República. O desejo da maioria não se pauta mais pela conveniência de uma classe política covarde, nem aos interesses escusos de uma imprensa vendida ou de uma classe intelectual cúmplice. O Brasil provou que é maior que o petismo derrotando a organização criminosa nas urnas.

Quem tomou para si as rédeas da situação foi o Brasil de verdade. Foi o homem comum, aquele que sustenta a máquina pública com suor e lágrimas. Aquele que é obrigado a arrastar uma estrutura paquidérmica enquanto é violentado pela criminalidade crescente e vilipendiado pela imoralidade cínica dos que planejavam delírios totalitários que seriam construídos com a força de tração do brasileiro comum. 

Jair Messias Bolsonaro não é o Salvador da Pátria idealizado por muitos, e provavelmente não é o presidente dos sonhos de muitos que nele confiaram o voto. Mas certamente era o único nome possível. É evidente que até o cavalo Incitatus seria uma opção mais virtuosa que Fernando Haddad, aquele fantoche que concorreu apenas como laranja do criminoso Luis Inácio Lula da Silva. Mas Jair conseguiu se sobrepor a todas as suas idiossincrasias quando logrou êxito em falar para o Brasil real. 

continua depois da publicidade



Sim, é disso que se trata: aquele homem comum que sustenta as obscenidades da carcomida república brasileira estava farto de anos de ofensa contra aquilo que ele vê como mais sagrado: família, trabalho e fé. Este sujeito se indignou não só pelo fato de jamais ter sido contemplado pelas políticas públicas formuladas não só ao longo do domínio petista e de todos os que o antecederam, mas também por notar que havia uma clara disposição em anulá-lo como indivíduo. 

O homem comum se revoltou. Não é de hoje, é claro. A indisposição vem desde 2013, quando aloprados de esquerda resolveram incendiar o país na tentativa de avançarem nas pautas mais radicais de sua agenda. Não esperavam contar com reação. Menos ainda contavam com a possibilidade de ver o homem que sustenta a máquina tomando as ruas e gostando da ocupação do espaço público como meio de ser ouvido. 

Não deixa de ser surpreendente que é justamente este o bicho papão das esquerdas contemporâneas. Não é mais o grande banqueiro ou o industrial, menos ainda o imperialista ianque que investe contra as riquezas nacionais. O novo monstro é a tia que se manifesta em grupos de família, é o pai de família que não quer sustentar sindicatos com seu dinheiro. É o estudante que não se seduz pelo canto da sereia do ProUni, é o negro que desconfia das cotas. O sujeito que não aceita que dinheiro de renúncia fiscal seja utilizado em exposições de gosto duvidoso formulada por progressistas arrogantes, é a evangélica da periferia que não quer perder seu filho para a criminalidade ou drogas - ou ainda o sujeito que entende que a imprensa exercia um papel canalha típico das agencias oficiais do Regime Soviético. 

Este é o monstro moderno. O que eles chamam de ameaça autoritária não é nenhum movimento extremista ideologicamente calcado em complexas bases teóricas em torno de um Estado forte, com oposição restrita e uma total simbiose entre o partido e as instituições (que aqui servem apenas como executoras dos planos do partido único). Até porque esta descrição de grupo autoritário cabe mais no petismo do que em Bolsonaro. O que eles temem de fato é o brasileiro. Tanto por serem traidores da pátria quanto pelo fato de não passarem de uma minoria que aspira ao posto de dirigentes absolutos. Para eles foi uma derrota dolorosa porque tudo que o antidemocrático menos deseja é ver um povo soberano exercendo o direito de ser senhor de seu destino e capitão da própria história. Por isso usam diversos sortilégios, truques e ilusionismos para vencerem na política. Inimigos da verdade e amantes do poder, sua energia vital é sempre empregada em delirantes planos criminosos de poder. Para quem se perde nas sofisticadas teorias de Marcuse, Gramsci, Lenin e Alinsky, ser derrotado pela Dona Regina ou pelo Seu Joaquim é a suprema humilhação. 

Curta o Reacionário no Facebook:


[left-sidebar]
Tecnologia do Blogger.