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Mídia patrocina mais uma fraude contra Bolsonaro. A embusteira e jornalistas implicados devem pagar caro por isso.



Mais cedo os jornais publicaram com certo frenesi a estória (estória por se tratar de algo fictício com o único objetivo de incutir algo na cabeça do leitor incauto) sobre uma jovem de 19 anos que foi atacada em Porto Alegre por usar uma camiseta da campanha #EleNão. Não foi só agredida, como também teve uma suástica tatuada em seu corpo - mais especificamente na barriga.

Leiam a notícia publicada pela Rádio Guaíba. Comento na sequência.

Uma jovem de 19 anos registrou Boletim de Ocorrência na Polícia relatando ter sido agredida por três homens na rua Baronesa do Gravataí, bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, na noite da última segunda-feira, um dia após o primeiro turno das eleições. A vítima, que não quer falar com a imprensa por medo de sofrer novos ataques, relatou à Polícia Civil que após descer do ônibus, quando ia para casa, teria sido abordada pelos agressores porque estava usando uma camiseta com os dizeres #EleNão, em referência ao candidato Jair Bolsonaro (PSL).
Ainda segundo o BO registrado pela jovem que está se preparando para prestar as provas do vestibular, os homens teriam questionado ela sobre o motivo do uso da camiseta e a atingiram com socos. Na sequência, enquanto dois deles teriam segurado a vítima, o terceiro fez riscos com um canivete, similares a uma suástica, na região da barriga da jovem. A suástica é símbolo do regime nazista alemão.
Orientada pela polícia, a vítima fez exame de lesão corporal. Devido ao susto, ela está tomando calmantes.

Agora vejamos o que a BBC apurou sobre o caso:

De acordo com a garota, que não teve seu nome revelado por questões de segurança, o grupo a atingiu com socos e usou um canivete para desenhar uma suástica em sua barriga.
O delegado titular da 1ª Delegacia de Porto Alegre, Paulo Jardim, diz que os autores da agressão ainda não foram identificados e o desenho não é um símbolo extremista.
"Eu fui olhar o desenho que fizeram na barriga dela. É um símbolo budista, de harmonia, de amor, de paz e de fraternidade. Se tu fores pesquisar no Google, tu vai ver que existe um símbolo budista ali. Essa é a informação", afirmou em entrevista à BBC News Brasil.
Responsável pelas investigações do caso, Jardim afirmou que a menina relatou ter sido agredida no início da noite de segunda-feira por três rapazes após descer de um ônibus. "O termo que ela usou foi que riscaram a barriga dela com um canivete e agrediram ela com socos. Ela estava usando uma camisa do 'Ele não'", resumiu o delegado.
Ele criticou a cobertura da imprensa sobre o caso e disse que veículos de comunicação estão "forçando uma barra, insinuando mil e uma situações que não é nada que tem nos autos".
Zalmir Chwartzman, presidente da Federação Israelita do Rio Grande do Sul, não quis comentar as declarações do delegado. "Temos que ter prudência e aguardar as investigações. A insanidade que tomou conta do país é assustadora. Cabe neste momento uma manifestação dos dois candidatos pedindo paz no Brasil. Há gente que faz loucura em nome de Deus, Alá, Moisés, Lula, Bolsonaro, mas o Brasil é maior que as pessoas e os partidos."
Investigação em andamentoO delegado afirmou que a vítima só registrou um boletim de ocorrência cerca de 24 horas após a agressão.
"Tomamos conhecimento há mais ou menos uma hora porque ela não registrou na minha delegacia, que é o local do fato. Ela não registrou na área judiciária, que é o centro de tudo. Nem na Polícia Militar foi registrado. Ela registrou na segunda delegacia de polícia ontem de noite. Eu fiquei sabendo do fato porque a mídia começou a me ligar e eu fui correndo atrás", afirmou.
"O que eu tenho é isso. Uma moça agredida que foi riscada na barriga e, pelo desenho que ela expôs na internet, é um símbolo budista, de amor e fraternidade."
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Pois é. É no mínimo estranho que agressores consigam dominar uma vítima jovem sem que ela sequer esboce resistência. Também é estranho que a tal suástica tenha sido tatuada em um lugar tão discreto quanto a costela. Normalmente quem se dispõe a este expediente bárbaro deseja mais é mutilar a vítima para deixar sua marca, tal como fizeram aqueles trogloditas que tatuaram a testa de um menor em São Paulo. Qual então é a razão de tatuar em uma área tão discreta quanto a nuca? Pior ainda: a tal tatuagem foi feita de forma superficial, para não causar dor. Isso não é um cuidado que um agressor teria. E para não dizer que não falei das flores: a tal suástica não é nazista, mas sim budista. Será que Bolsonaro tem budistas radicais em sua militância? Aliás, budistas radicais existem?



A viralização desta farsa é um recurso sujo utilizado por canalhas e sociopatas, que passou a ser reverberado na internet por aqueles cretinos que não perdem uma oportunidade de ostentar virtudes. Foi assim que Mônica Waldvogel e Vera Magalhães mancharam suas biografias ao legitimar uma fraude que tem por único objetivo levantar uma false flag contra Jair Bolsonaro. Na ânsia de se mostrarem moralmente superiores, as duas jornalistas legitimaram a fraude de uma idiota que sequer sabe qual é o verdadeiro símbolo do Partido Nacional-Socialista.

Independente dos gracejos possíveis com o caso, o fato é que isso é grave e deve ser severamente punido. Quem forja uma agressão para prejudicar um adversário político deve pagar caro por isso. Não custa lembrar do caso da brasileira Paula Oliveira, que fingiu uma gravidez e se auto mutilou com símbolos nazistas e as iniciais de um partido ultraconservador para permanecer na Suíça. Quando as autoridades desmontaram o embuste, a farsante foi condenada a pagar uma multa de 2,5 mil francos suíços mais os custos das investigações. Ela também relatou ter sido sido agredida com socos e chutes, e no final acabou sendo completamente desacreditada na Suíça e no Brasil - já que sua atuação provocou grande mal-estar entre as diplomacias dos dois países. Agora aqui no Brasil temos uma embusteira tão cretina quanto, mas provavelmente com menos neurônios ativos que Paula. Que ela também pague por sua falsa comunicação de crime. O mesmo deve acontecer com os profissionais de imprensa que divulgaram a estória. Onde já se viu jornalista profissional que não checa o que será publicado? São aloprados irresponsáveis que destroem reputações de inocentes, covardes que se escondem atrás de um computador para enlamear biografias. Que paguem caro por sua delinquência.

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