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Mentiras da Folha provocam até incidentes diplomáticos. O inconsequência do jornal toma proporções criminosas


O que está em curso no Brasil é algo espantoso: a classe jornalística se vê acima da ética, da lei e da democracia, criando factoides políticos e envenenando o debate público. A inconsequência toma proporções nunca antes vistas, como é o caso da mentira que a Folha de São Paulo publicou contra Jair Bolsonaro. O vídeo é vergonhoso, já que mostra que o jornal da família Frias não passa de uma fábrica de mentiras.



Segundo a jornalista Sylvia Colombo, o governo colombiano havia combinado a invasão da Venezuela com o presidente eleito do Brasil. Embora o desmantelamento da tirania bolivariana seja algo desejável, todos os que habitam o mundo real sabem que intervenções militares e aventuras contra governos estrangeiros não é algo que se faça antes do esgotamento de todos os meios diplomáticos. Tanto é verdade que nem Donald Trump ousou colocar em prática algo neste sentido. 

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Sim, intervenções geram desgastes incalculáveis tanto em termos políticos quanto em recursos públicos e vidas humanas. Pra a Colômbia seria um problema, já que o país enfrenta questões sociais e políticas deixadas pelo governo de Juan Manuel Santos. Para Bolsonaro também seria algo complicado de lidar, uma vez que o Brasil vive uma das maiores crises econômicas de sua história,.  É evidente que isso geraria repercussões em todos os países mencionados da farsa publicada na Folha, um desgaste tão grande que forçou o chanceler Carlos Trujillo desmentir que seu governo houvesse combinado qualquer intervenção com Bolsonaro. 

A loucura e insensatez da Folha de São Paulo toma proporções criminosas, já que o jornal agora aposta no vale tudo irresponsável para atacar um governo contrário a sua linha editorial. O governo Bolsonaro deve investir em ações judiciais contra cada um dos factoides plantados por militantes de redação, para que eles sejam instados a provarem seus embustes nos tribunais. Isso é bem mais sensato do que simplesmente ameaçar com cortes de verbas. É fazer valer a verdade por meio da lei.

De qualquer forma a Folha se enterra a cada dia que passa. A continuar nesta toada, o jornal encerra suas atividades antes de 2022. Será o preço por reduzirem o maior jornal do país ao papel de cavalo de santo do petismo.

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