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Madurismo: Poste põe em risco a democracia ao não reconhecer resultado das urnas e ameaçar prisão de opositores


Representante do criminoso Luís Inácio nas eleições, Fernando Haddad resolveu apostar em um expediente muito perigoso: o não reconhecimento do resultado das urnas. O petista que age em conluio com setores da imprensa amestrada agora prega a retirada de seu adversário do páreo pela presidência e a inclusão de Ciro Gomes no segundo turno. 

A estratégia é no mínimo aloprada, embora é o que se espera de um radical que tempos atrás elaborou teses acadêmicas em defesa do socialismo soviético. A intenção de Haddad nunca foi a de concorrer as eleições de forma democrática, mas sim dar continuidade ao plano criminoso de poder operado pelo Partido dos Trabalhadores. 

Ora, o que Haddad faz aqui é utilizar a ilação criada pela petista Patrícia Campos Mello para invalidar o desejo já expresso por mais de quarenta e nove milhões de brasileiros com um factoide. Um acadêmico como Haddad sabe que isso é improvável e que sequer é previsto nas leis eleitorais. A intenção dele não é lidar com os fatos, mas sim invalidar o resultado das urnas. 

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Pior do que isso foram as ameaças que o petista fez de prender empresários no Twitter. Mesmo na rabeira, o petista da campanha natimorta já arreganha os dentes para opositores. Parece ter se esquecido da fantasia de democrata patriota que seus marqueteiros adotaram nos últimos dias para fazer as vezes de Nicolás Maduro - aquele que anulou a vontade popular caçando os mandatos da oposição na Assembléia Nacional. Assim como Maduro, Haddad também é herdeiro de um plano criminoso de poder. É isso que o torna a maior ameaça democrática já vista na história republicana brasileira.

Não há justificativas aqui. Um bacharel em Direito formado pela Universidade de Direito do Largo do São Francisco não pode ignorar o estado democrático de direito e o devido processo legal. Ainda assim ele pede que se rasguem as garantias fundamentais contra seu opositor. Imaginem se este aloprado chega ao poder? Certamente irá colocar a ABIN e a Polícia Federal no encalço de seus opositores, além de soltar o criminoso Luís Inácio.



Se Bolsonaro é uma incerteza, Haddad é a evidência concreta de que a organização criminosa pretende voltar ao poder para se vingar dos brasileiros e fazer correr sangue nas ruas. Estão apostando no caos, talvez até se organizem para atos de violência após a vitória de Bolsonaro. O Brasil agora deve fazer uma escolha não entre Bolsonaro e Haddad, mas entre o PT e a democracia. No frigir dos ovos pode até acontecer deste movimento orquestrado redundar em um governo não eleito com poderes ilimitados. Se acontecer, a responsabilidade será dos milicianos do Partido dos Trabalhadores, organização que deve ser urgentemente desmantelada. Seus líderes devem ser presos e seu nome deve ser varrido para a lata de lixo da história. 
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