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Jornalismo brasileiro assinou seu atestado de óbito ao patrocinar fake news da suástica contra Bolsonaro



O jornalismo brasileiro protagonizou um dos momentos mais lamentáveis destas eleições, principalmente pela campanha aberta e escancarada contra o candidato Jair Bolsonaro. O patrocínio que os grandes jornais deram ao factoide plantado pela feminista gaúcha que riscou uma suástica na costela comprova os fatos. 

Neste blog fizemos algo que deveria ter sido feito pelos jornalistas profissionais: tentamos apurar os fatos com os recursos primários oferecidos pela internet. Publicamos que o relato da moça não parava em pé - inclusive pelo fato da suástica desenhada de modo superficial ser uma suástica budista e não nazista. 



É no mínimo estranho que agressores consigam dominar uma vítima jovem sem que ela sequer esboce resistência. Também é estranho que a tal suástica tenha sido tatuada em um lugar tão discreto quanto a costela. Normalmente quem se dispõe a este expediente bárbaro deseja mais é mutilar a vítima para deixar sua marca, tal como fizeram aqueles trogloditas que tatuaram a testa de um menor em São Paulo. Qual então é a razão de tatuar em uma área tão discreta quanto a nuca? Pior ainda: a tal tatuagem foi feita de forma superficial, para não causar dor. Isso não é um cuidado que um agressor teria. E para não dizer que não falei das flores: a tal suástica não é nazista, mas sim budista. Será que Bolsonaro tem budistas radicais em sua militância? Aliás, budistas radicais existem?

Agora quem diz isso é a própria Polícia Civil de Porto Alegre, que irá indiciar a estelionatária por falsa comunicação de crime. Leia o trecho da notícia do G1 publicada abaixo.

A Polícia Civil indiciou, na manhã desta quarta-feira (24), por falsa comunicação de crime a jovem que registrou ocorrência em 8 de outubro em Porto Alegre relatando ter sido marcada na barriga por um canivete. O inquérito foi concluído após o delegado Paulo Cesar Jardim receber o laudo pericial que indica que as lesões foram produzidas "ou pela própria vítima ou por outro indivíduo com o consentimento da vítima ou, pelo menos, ante alguma forma de incapacidade ou impedimento da vítima em esboçar reação".
Foram analisados 23 traços no corpo da mulher. Em alguns deles, a perícia diz que corresponderam a "arranhões".
À polícia, no registro da ocorrência, a jovem disse que descia de um ônibus, a caminho de casa, no bairro Cidade Baixa, quando foi abordada por três homens que a agrediram.
Durante o exame de corpo de delito, ela disse "ter sido agredida, no dia anterior, por duas pessoas que a teriam imobilizado e por uma terceira que teria realizado uma inscrição em sua 'barriga'". Acrescentou "haver apenas uma lesão, a qual, segundo ela, teria o aspecto de uma 'suástica'".
De acordo com o delegado, mais de 20 pessoas foram ouvidas na região. "Toda a área que ela percorreu identificamos 12 câmeras, uma visão muito boa, ela não aparece, tampouco alguma agressão. Delito de pequeno poder ofensivo, a pena é de seis meses a um ano, estamos encaminhando ao Judiciário, ela é indiciada."

A pergunta que se coloca é: como os nossos valentes jornalistas não vislumbraram a possibilidade de ser um factoide? Nenhum jornalista teve a curiosidade de apurar os fatos, de confrontar versões? Por qual motivo, razão ou circunstância nenhum profissional de imprensa tentou verificar os fatos? Sim, alguns dirão que isso é trabalho da polícia. Mas o jornalismo também é investigação, do contrário seria resumido a emissor de notas sem maior consequência. Aliás, este não é o primeiro caso. Recentemente varias suásticas apareceram em banheiros de universidades e até na Câmara Municipal de São Paulo (curiosamente perto do gabinete da vereadora do PSOL Sâmia Bomfim). Uma das estórias mais rumorosas foram as suásticas pixadas em uma igreja católica em Nova Friburgo (Rio de Janeiro). Pouco tempo depois as autoridades identificaram os vândalos, que curiosamente foram flagrados a poucos metros de distância pixando "#EleNão" em muros da cidade. 

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São vários motivos: em primeiro lugar temos a ação orquestrada de militantes políticos que atuam nas grandes redações, comandados por patrões inescrupulosos que temem o avanço dos veículos independentes. Por isso os lacaios do petismo homiziados nos meios tradicionais conseguem carta branca para publicar qualquer tipo de barbaridade. Além disso temos o fator do corporativismo. Sim, o velho fantasma se faz presente como nunca no jornalismo. Basta se questionar o trabalho porco de um jornas qualquer para que outros nomes venham defendê-lo de forma histérica, como se jornalistas fossem vacas sagradas. Exemplos disso são observados na atuação das jornalistas Mônica Waldvogel e Vera Magalhães. Ambas são opositoras do petismo, costumam trabalhar de forma profissional e tecerem análises ancoradas nos fatos. Mas ainda assim são suscetíveis ao efeito manada: se um jornal publicou, logo é verdade. As duas atacaram Bolsonaro com unhas e dentes mesmo diante da possibilidade de false flag. Vera Magalhães chegou a chamar um seguidor de doente e criminoso apenas por ter levantado a hipótese.

Pois é, como fica agora?

O jornalismo brasileiro fez contra Bolsonaro algo ainda mais bisonho que o caso da Escola Base, já que desta vez a farsa era tão óbvia que ululava. No entanto alguns preferiram fazer militância enquanto outros preferiram ser sindicalistas, seguindo o bando em solidariedade a classe. Resultado? Foram humilhados. A imprensa nativa assinou seu atestado de óbito ao optar pelo patrocínio ao factóide contra Bolsonaro. Serão derrotados junto com o petismo no próximo dia 28, a mídia será tomada por novas vozes que não se comprometem com as conveniências políticas e classistas das velhas redações. O que restará da mídia tradicional é um cadáver insepulto que constrange a sociedade. 





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