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Desesperado com possível vitória de Bolsonaro, Pablo Ortellado implora ao Whatsapp que censure os usuários




Hoje o professor e pesquisador Pablo Ortellado se afogou de vez na lama. O sujeito publicou um artigo desesperado no New York Times onde pede aos gestores do Whatsapp (na prática o Facebook) que limite o encaminhamento de mensagens e se possível censure usuários. No título ele sugere que "as fake news do aplicativo estão envenenando as eleições".

Para validar seu plano, Ortellado surgiu com mais um de seus estudos mirabolantes. O próprio admite que submeteu todo o conteúdo trabalhado ao crivo da Agência Lupa - uma das parceiras na censura as redes sociais.

Desta vez Ortellado não obteve tanto sucesso, já que o Whatsapp alegou que não havia tempo hábil para implementar os odiosos mecanismos propostos pelo paladino da censura.

Em seu Twitter, Ortellado deu mais detalhes sobre sua estratégia. Detalhes que são no mínimo interessantes.






Notem como é asquerosa a farsa do sujeito: para Ortellado, as eleições foram prejudicadas pelas fake news. Mas de onde se concluí que o processo sofreu algum prejuízo? Ah sim, do fato de que o líder das pesquisas não é o dono do coração de Ortellado - aquele que está encarcerado em Curitiba em uma cela especial da Polícia Federal e que concorre a presidência por meio de um laranja.

O embusteiro Ortellado diz claramente que o processo foi corrompido por notícias falsas, mas é pertinente perguntar: alguma notícia falsa contrária ao Partido dos Trabalhadores e a extrema-esquerda foi tão nociva ao país quanto os treze anos de governo petista? A rejeição as esquerdas e a ascênção de Bolsonaro são culpa do Whatsapp ou de quem operou o maior esquema de corrupção da história como parte de um plano criminoso de poder?

Ortellado começou de forma muito inteligente sua estratégia de cortar a garganta dos formadores de opinião da Direita. Começou de forma serena, apresentando estudos bem elaborados e listando os grandes influenciadores no campo antipetista. Porém acabou sendo tomado pela megalomania, já que conseguiu emplacar logo no começo do ano uma série de dispositivos contra a militância de Direita nas redes sociais. O que ele não previu é que isso não poderia conter o estouro da barragem que se deu no primeiro turno das eleições, e agora foi tomado pelo desespero de ver seu projeto totalitário ruir de forma humilhante. O que era feito antes de forma discreta agora é feito de forma escancarada, que é a defesa da censura a cidadãos comuns em um aplicativo de mensagens. Ortellado assumiu para si uma defesa pornográfica da censura não para evitar a circulação de notícias falsas (fenômeno que existe desde que o mundo é mundo), mas sim para dificultar a circulação das notícias que os extremistas de esquerda não querem que você leia.

Por estas e outras que este humilde blogueiro sugere que a primeira obrigação da nova legislatura é convocar os executivos das plataformas Twitter e Facebook e das agências de censura para que eles expliquem estas tentativas rasteiras de interferir no debate público por meio da violação da neutralidade da rede. Quem está por trás disso são tipos tão sujos quanto Ortellado.

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