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Como justificar o voto em Haddad depois de tanta lama?


Antes mesmo do juiz federal Sérgio Moro sonhar em levantar o sigilo da delação de Antonio Palocci, já havia uma certeza no ar: o petista Fernando Haddad representa de longe a maior ameaça democrática já vista nos últimos anos.

Os motivos são vários: Haddad é autoritário, péssimo administrador público e seu papel nesta eleição é o de atuar como laranja de um criminoso condenado que tentou dar um golpe na democracia por meio de um sofisticado esquema de corrupção.

Quando começou a rumorosa campanha do "EleNão", o que se viu foi o argumento de que "a divergência com Jair Bolsonaro não era política, mas moral". Como sustentar isso agora, diante de tantas obscenidades?

Essa questão deve sim ser discutida. Muitos ingênuos e outros tantos que só desejam ostentar virtudes nas redes andam cogitando voto em Fernando Haddad contra Jair Bolsonaro no segundo turno (sem nem mesmo saber se haverá esta composição), já que Bolsonaro representaria o pior dos mundos.

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Mas é razoável supor que Haddad é o caminho?

Um homem que designou um assessor para acompanhar uma reunião onde criminosos tramavam mais um de seus ataques aos cofres públicos?

Um sujeito que é réu por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha?

Um personagem autoritário que mandou retirar a bandeira do Brasil da fachada da Fiesp alegando que ela causava "poluição visual"?

Haddad não passa de um fantoche, mas é um fantoche perigosíssimo que aspira ao papel de Héctor Campora brasileiro. Não há desculpas ou defeitos em seu principal adversário que sejam suficientes para sustentar esta versão. Haddad é o mal a ser combatido, é a uma das cabeças da hidra que arreganha os dentes para a moribunda democracia brasileira. E aqui não se trata apenas de divergência política ou moral, mas também do senso de sobrevivência de quem sabe que será preso ou morto caso esta gangue bolivariana volte ao poder.



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