Ads Top


A baixaria na disputa pelo governo de SP passou de todos os limites


Hoje foi um dia histórico para o Estado de São Paulo. Histórico não por fatos importantes, mas sim pela baixeza moral que tomou conta da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Como todos sabem, alguém publicou na internet um vídeo íntimo mostrando uma orgia com a suposta participação de João Doria. Foi o suficiente para que o caso se tornasse um dos assuntos mais comentados das redes sociais.

Mas o caso que deve ser debatido não é se o sujeito que prestigia a profissão mais antiga do mundo é ou não João Doria, mas sim a baixaria inédita que tomou conta das disputa pelo governo. Nunca houve nada que fosse minimamente parecido em toda história do Estado de São Paulo.

Sim, esta é a eleição mais suja da história de nosso estado.

Mas qual é o motivo de tamanha baixaria? É que as esquerdas nunca estiveram tão perto de colocar as mãos no mais importante estado da federação. Para eles uma vitória de Márcio França seria um alívio, como já pontuou o petista Luiz Marinho. Sendo assim estão lutando na lama.

continua depois da publicidade

O fato é que para o eleitor não importa se o homem público participa de orgias, se cheira, se fuma, se o sujeito se relaciona com outros do mesmo sexo ou se prefere colocar ketchup na pizza. O que importa é o que influencia em sua atuação perante a coisa pública.

Exemplo disso é Márcio França. Ao que se sabe o socialista nunca participou de orgias. Em compensação ele tem como chefe da Casa Civil o comunista Aldo Rebelo, acusado de receber propinas oriundas do programa Minha Casa, Minha Vida em nome do PCdoB. O próprio Márcio França (que é citado na Operação Lava Jato com o codinome "Paris") é viciado nas práticas do nepotismo e do favorecimento de amigos, parentes e aliados com recursos públicos - como nos mostra reportagem da revista IstoÉ. É sempre preferível que um homem público faça orgias no sentido real do que promover orgias com o dinheiro público.

É bom lembrar que São Paulo nunca foi leniente com os que optam pela baixaria. Foi assim que Marta Suplicy perdeu a prefeitura em 20008, quando deixou de lado sua militância histórica pela causa LBBT para atingir seu adversário Gilberto Kassab levantando suspeitas sobre sua orientação sexual. Esperemos que o bom senso paulista permaneça intacto, e que a Locomotiva do Brasil permaneça como sempre foi - um bastião de resistência contra o perigo socialista.


Curta o Reacionário no Facebook:



[left-sidebar]
Tecnologia do Blogger.