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Lauro Jardim faz malabarismo retórico para passar pano para agressores extremistas de esquerda e acusar Bolsonaro






Lauro Jardim não se emenda. O embusteiro de redação conhecido por suas mentiras plantadas no debate público sempre se inova. Nesta semana o colunista publicou que o Movimento Brasil Livre rompera com o empresário Flávio Rocha após o dono da Riachuelo postar uma foto elogiando Fernando Henrique Cardoso. Daí o MBL teria atacado o empresário. Ao fim ele descreve: "Melhor para Flávio Rocha". Claro, tudo não passava de mais uma de suas fake news. Nem o movimento nem o empresário sabiam de qualquer postagem sobre FHC ou qualquer desentendimento a respeito. Lauro poderia ter checado, era simples. Se não checou e publicou, significa que não se importa com o rigor dos fatos. Ou melhor, não se importa com a notícia. Como bom mentiroso, o que importa é ventilar o que ele forjou. 



Mas não parou por aí: na mesma semana ele postou uma de suas notas estelionatárias sobre Jair Bolsonaro. Ao invés de dar uma pausa em seus expedientes sórdidos, Lauro preferiu ir ainda além: ele acusou a campanha do presidenciável de "acusar a esquerda de ser violenta sem provas". Primeiro vamos ao texto de Lauro. 



Notem a contradição. "A campanha de Jair Bolsonaro está espalhando vídeos que mostram pessoas que seriam apoiadores do capitão apanhando. As legendas dos vídeos afirmam que os agressores são militantes de esquerda, sem nada nas imagens que prove isso." Quem seriam os agressores então? Militantes do Livres? Do MBL? Aliás, quem disse que foi "a campanha de Bolsonaro", quando é de conhecimento público que o candidato é o que possui a maior parcela de militantes e apoiadores voluntários dentre os presidenciáveis? Lauro tenta induzir o leitor ao erro sugerindo que isso venha do candidato, quando muitos como este blogueiro que sequer é simpatizante do deputado vivem se indignando publicamente contra as mentiras fabricadas em escala industrial contra o parlamentar. O mentiroso-mor do Globo ainda deixa no ar a possibilidade de crime eleitoral por parte do deputado, já que o vídeo que ele apresenta não consta com os registros de campanha exigidos pela lei. no link é possível ver que se trata de uma publicação da página "Patriotas Unidos", sem qualquer vinculação partidária. 

Lauro Jardim tentou ali fazer um malabarismo retórico para passar pano para os fanáticos da extrema-esquerda que historicamente utilizam a violência como arma de intimidação de adversários. Isso nem chega a ser novidade, já que eles tocam o terror em sindicatos e no meio acadêmico há decadas. Durante o impeachment protagonizaram atos de violência, repetidos também durante o processo contra Lula e agora nas eleições. Como Lauro ousa dizer que não há provas de que os agressores que atacaram apoiadores de Bolsonro durante todos estes anos não são de esquerda? 


Não, Lauro Jardim não pode provar. O máximo que ele pode fazer é se rebaixar negando o óbvio, praticando uma espécie de Gaslighting com o leitor distorcendo fatos de forma proposital para sugerir que quem diz o óbvio está louco ou mente. Essa prática de abuso psicológico é catalogado como um dos recursos utilizados por sociopatas contra suas vítimas. Isso não é só canalhice, como também demonstra psicopatia por parte do jornalista - uma vez que ele tenta induzir os apoiadores de Bolsonaro a um estado de confusão em que os próprios poderão duvidas da própria capacidade mental. É por isso que é correto dizer que Lauro Jardim é um antijornalista, já que ao invés de informar ele escolheu a infâmia de manipular, mentir e envenenar o debate público para garantir interesses nebulosos.

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