Ads Top


A democracia ameaçada: atentado contra Bolsonaro é consequência do ódio espalhado pelas esquerdas


Apesar de tantas divergências com o deputado federal Jair Bolsonaro, sempre ficou claro que ele era vítima de um processo persecutório promovido pelas esquerdas. Na mídia, nas universidades e nas ruas. A facada no parlamentar não é algo que deve ser visto como inesperado ou inédito. Ele já sofreu outros episódios de violência, como quando foi expulso da Universidade Federal Fluminense por militantes de extrema-esquerda travestidos de alunos, ou ainda quando foi atacado com ovadas em Ribeirão Preto. O golpe desferido por Adelio Bispo Oliveira é a continuação de um processo de violência crescente.

Essa violência não se restringe ao candidato e seus apoiadores, atingindo também outros que não necessariamente dividem a mesma trincheira. Só para lembrar, este blog publicou na última quarta-feira que dois jovens foram agredidos por manifestantes de extrema-esquerda que protestavam na porta do Museu Nacional após serem confundidos com militantes do Movimento Brasil Livre. Soube-se depois que era militantes do Livres, corrente libertária mais próxima do campo progressista. Isso indica que ninguém está a salvo: qualquer que professe idéias próximas da direita pode ser alvo da violência.

Esta violência não se dá apenas por meio da força bruta. Ocorre também por meio do silenciamento, difamação e assassinato de reputações. Recentemente várias páginas ligadas a apoiadores do parlamentar foram retiradas do ar no Facebook e Twitter - sempre com a alegação de que espalhavam "discurso de ódio". No último dia 25 de julho foi a vez do Facebook promover "O Grande Expurgo", eliminando páginas ligadas ao deputado, ao Livres, ao Instituto Liberal, ao MBL e até a página da editora Simonsen - cujo o único crime foi publicar um livro de autoria de Kim Kataguiri. A rede social se justificou alegando que se tratava de uma "rede" cujo objetivo era "espalhar desinformação e gerar divisão". Estão amparados em leprosos morais do naipe de Leonardo Sakamoto, Pablo Ortellado e Fábio Malini, gente sórdida disposta a qualquer meio espúrio para cortar a garganta de adversários políticos.

continua depois da publicidade


É bom trazer ao debate a ação dessa gente, pois foram eles que disseram durante o tempo todo que a direita se coordenava para espalhar "fake news" e gerar divisão. No entanto nunca se viu este tipo de expediente por parte da Direita (talvez agora aconteça, já que a tendência é que o debate público caia de vez no caos e na selvageria). Os paladinos da censura se uniram a agentes da grande mídia no intuito de criminalizar militantes de direita, causando um grande sentimento de indignação e revolta. Cabe esclarecer que todas estas ações representam gestos de violência contra o adversário. Cada ato violento é maior do que o anterior, cada ação absurda é mais sórdida do que a que a precedeu. O objetivo deles é tão somente tirar a humanidade de seu oponente político. Se a direita se manifesta e se articula de forma democrática nas redes, o acusamos de serem estelionatários que espalham fake news. Se a Direita se manifesta e se articula de forma democrática nas ruas, os agredimos. As agressões começam sempre com intimidações e hostilidades verbais, terminando com ovos, pedras e facas.

É evidente que não podemos esperar bons sentimentos de uma horda de psicopatas. Esta ideologia antidemocrática tenta anular adversários não por meio da disputa no debate público, mas sim pela anulação dos indivíduos e pela retirada de qualquer legitimidade no discurso contraditório. Foi assim que Jean Wyllys justificou sua cusparada em Bolsonaro: ele é fascista, logo cuspir era ao correto. Foi assim que José de Abreu justificou a cusparada em uma mulher anônima em um restaurante em São Paulo: se é fascista merece cuspe. As ovadas contra João Doria, as agressões contra membros do MBL, a bomba em manifestantes do Direita São Paulo, acusação de que qualquer blog que queira dar sua opinião sobre qualquer fato noticioso é necessariamente uma "tentativa de manipulação"... São estes expedientes que tornam a direita vítima de malucos como o tal Adelio bispo de Oliveira. Soma-se a isso nossa asquerosa imprensa, que o tempo todo utiliza de meios sórdidos para perseguir a Direita. O resultado é este.

Este blogueiro nunca se cansa de citar Hannah Arendt, que explica o processo de "retirada da dignidade" no livro "As origens do Totalitarismo". É uma estratégia padrão em governos totalitários que vem sendo levada a cabo por nossas esquerdas. Segundo eles, seus adversários são completamente deploráveis. São golpistas, elitistas, racistas, homofóbicos, fascistas, manipuladores do debate público... Até quando estes decidem concorrer a cargos públicos são vítimas de ilações e factoides por parte destes militantes, principalmente na grande mídia. Tudo o que é corriqueiro e trivial se torna um crime quando praticado por algum militante de direita. Aos amigos os favores, aos adversários nem a lei. Espalham o ódio contra nós para justificar qualquer ato de violência, diminuindo em muito o impacto destas ações criminosas para a opinião pública. Um espancamento é algo abominável, já o espancamento de um conservador é compreensível. Se o PT se organiza para coordenar uma rede de militantes em ambientes virtuais, o partido está agindo de forma política. Se um grupo de militantes juntam suas páginas para compartilhar conteúdo independente, aí é uma "rede coordenada que deseja manipular o debate público, espalhando desinformação e gerando divisão" a ponto de ter suas páginas e perfis pessoais retirados do ar. Esta campanha acaba por incentivar que pessoas como o tal Adelio pratiquem atos extremos contra nós.

É evidente que não devemos entregar a luta. O dever dos democratas é renovar o sentimento para a luta, nem que seja para vingar os amigos que foram injustamente imolados no altar do totalitarismo. Bolsonaro provavelmente sairá dessa muito maior do que entrou, já que conseguiu deixar claro e inequívoco para os brasileiros que os verdadeiros monstros estão do lado de lá. Bolsonaro é de fato um sujeito que tem suas contradições e idiossincrasias, mas nada que justifique a barbárie promovida contra ele em todos os setores onde a extrema-esquerda se faz presente. Foi a ação da mídia, de influenciadores, de políticos e ideólogos que provocou esta violência. Nossa democracia só não será fulminada se os culpados forem devidamente responsabilizados. O Brasil vive tempos difíceis, fruto da ação predatória da extrema-esquerda nas nossas instituições e na sociedade civil. Nossa única saída é a radicalização da democracia.

Curta o Reacionário no Facebook:


[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.