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Traição a Ciro Gomes evidencia como o PT e a extrema-esquerda não passam de um ninho de cobras


Ciro Gomes mais choroso com o PT do que Marília Mendonça com suas relações fracassadas cantadas na sofrência. A rasteira levada pelo pedetista foi algo inimaginável para alguém que nos momentos difíceis demonstrou uma lealdade canina ao projeto criminoso de poder. Ciro defendeu Dilma Rousseff contra o impeachment, atacou Eduardo Cunha com todos os seus cachorros e depois desafiou a opinião pública e a Justiça brasileira contra a prisão de Lula. 

Mas de nada adiantou. Ciro lidava com um partido que tem as características próprias da adúltera, que tem na infidelidade e da devasidão seus principais meios políticos. Embora Ciro não estivesse cem por cento fechado com o PT (em determinado momento desconversou sobre Lula e sobre a corrupção petista), o fato é que o Coronel nunca faltou ao petismo - incluindo a desavergonhada defesa que fez do protoditador Nicolás Maduro para não deixar o PT como o único grande partido a apoiar o regime carniceiro bolivariano. 

Ciro não foi apenas alvo de traição, como também foi alvo de uma conspiração. Lula agiu de dentro da cadeia para isolar a candidatura pedetista e assassinar qualquer possibilidade do coronel construir uma candidatura viável. Queimado pela Operação Lava Jato, o PT não oferecia grandes atrativos a aliados mesmo dentro da extrema-esquerda. Ainda assim conseguiu costurar um acordo com o PSB que garantiu a neutralidade dos socialistas em troca da traição a Ciro. 

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Claro, no percurso o PT agiu com total deslealdade a Marília Arraes em Pernambuco - trocando a candidatura própria pelo apoio ao PSB de Paulo Câmara. Ciro chegou a choramingar na imprensa que  . Ora, o que Ciro esperava do partido que se articulou contra a democracia no Mensalão e que tentou um golpe de estado no Petrolão? Ah sim, Ciro esperava ser convidado a se sentar na mesa com o guru e experimentar das delícias reservadas aos grandes da seita. O que ele não calculou é que a pretensão do partido nunca foi estabelecer alianças políticas para governar de forma democrática, mas sim instaurar uma ditadura por meio do aparelhamento do Estado e desmantelamento das instituições. Ciro sabia disso, mas preferiu acreditar que a subserviência oportunista lhe garantiria melhor fortuna. 

Como lembra o amigo Pedro Jácome citando Nelson Rodrigues,  amar é ser fiel a quem te trai. Ciro, Marília (a petista) e a extrema-esquerda seguirão defendendo Lula. Mas Marília (a Mendonça) explica:

E o preço que eu pago
É nunca ser amada de verdade
Ninguém me respeita nessa cidade
Amante não tem lar
Amante nunca vai casar


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