Ads Top


Pannunzio não se contenta em ser tiete de Boulos, como também chama de vaca eleitoras de Bolsonaro




O que falar de Fábio Pannunzio, aquele  arrogante e pernóstico jornalista da Rede Bandeirantes? O sujeito que aparece diariamente na tv e no rádio arrotando superioridade moral e intelectual foi flagrado por um cinegrafista amador prestando continência ao terrorista e invasor de propriedade Guilherme Boulos no dia da transmissão do debate presidencial realizado por sua emissora. O vídeo em si é simplesmente constrangedor. Descoberto pela internet, Pannunzzio resolveu que o melhor caminho era aumentar a agressividade - como mostram os prints abaixo do vídeo que suscitou toda a polêmica. Comento na sequencia.






Vejam só: o jornalista que se vê como um dos varões de Plutarco é o mesmo sujeito que rompe com a ética da profissão para se derreter diante de um ídolo político em um momento que supostamente exige decoro e imparcialidade. Como não há indignidade que lhe pareça suficiente, Pannunzzio resolve responder as críticas provocadas pelo vídeo se referindo aos eleitores do político que ele não gosta como comedores de alfafa. Ato contínuo, o ínclito progressista chama uma eleitora de Jair Bolsonaro de vaca. E ainda sugere que sua única característica notável são seus dotes físicos.

Não há que se usar eufemismos aqui: Pannunzzio foi simplesmente um porco. Não se contentou em chamar a mulher de vaca, como também utilizou termos inaceitáveis até no jogo de várzea contra a mulher. O que Pannunzzio deixou claro é que para ele a anônima eleitora de Bolsonaro só serve para o coito. Evidente que não veremos repúdio por parte das feministas, que o BuzzFeed e o Quebrando o Tabu não irão dizer que o jornalista de extrema-esquerda é machista e que ele continuará posando de salvador da humanidade que só quer mais amor... Mas ficará por isso mesmo?

Vamos fazer um exercício simples aqui: imagine que Pannunzzio é Felipe Moura Brasil, notório apoiador de Jair Bolsonaro. Deixando claro que FMB nunca se declarou imparcial. Imagine se um dia o jornalista for flagrado após o debate realizado pela Jovem Pan fazendo salamaleques para Bolsonaro. Que isso seja publicado no YouTube redundando em duras críticas ao comunicador. E que ele responda as críticas recomendando alfafa aos eleitores de Lula (Haddad/Manuela/Boulos), e que em uma discussão com internautas chame uma mulher em específico de vaca. Sim, o mundo viria abaixo.

Pannunzzio em particular nunca me enganou. O sujeito sempre declarou sua opção pelo ateísmo como atestado de superioridade intelectual sobre os crentes, devotando seu expediente jornalístico como uma caçada humana contra evangélicos e conservadores. Era natural que fosse lacaio de alguém como Guilherme Boulos. O que é ainda mais assombroso é que trate assim seus oponentes.

Fosse Pannunzzio um sujeito minimamente ético e decente, teria se desculpado pelo descuido de prestar reverência a Boulos na BAND. Como se sabe, é direito dele ter a orientação política que bem entender. O que é questionável é colocar em dúvida sua conduta profissional, já que ele está entre os que se colocam como imparcial e probo. Para piorar, resolve disparar petardos verbais e termos chulos atacando a honra de uma mulher - por ser mulher e eleitora de Bolsonaro.

O que Pannunzzio fez evidencia sua falta de caráter, sua ética defeituosa e sua moral retirada do esgoto. O sujeito que se comporta de forma tão tosca e truculenta não é digno de ser tolerado no debate público, já que não joga de acordo com as regras do bom debate público. Trata-se antes de tudo de um fariseu, que combate com extrema baixeza moral os que segundo ele se comportam desta forma. Pannunzzio se comporta no debate público com modos suínos, deixando em dúvida se a torpeza humana tem algum limite. A pergunta que deve ser feita pela sociedade é: a TV Bandeirantes irá se pronunciar sobre o assunto? O jornalista que presta continência para um terrorista, que chama de burro eleitores de oponentes e ofende uma mulher com os termos mais machistas pode seguir simulando moral e virtudes na TV e no rádio sem sofrer nenhuma consequência? É ético dar voz a alguém tão asqueroso? É possível uma emissora que se jacta de seu jornalismo manter em seu quadro de funcionários um tipo tão deplorável? Não se exige nenhuma norma de conduta dos funcionários da família Saad? Aliás, a pergunta mais importante: o Grupo Bandeirantes é condescendente com o pensamento truculento, machista e autoritário do militante Pannunzzio? O Brasil quer saber.

Em tempo: que sociedade é essa que se escandaliza mais com moleques de youtube do que com jornalistas supostamente consagrados?

Curta o Reacionário no Facebook:


[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.