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Juíza militante de esquerda que condenou Doria é a mesma que absolveu Haddad por trote contra M.A. Villa

 

Algumas regras da natureza nunca mudam, entre elas a de que atrás de toda decisão judicial bizarra há sempre uma figura oculta, que é um militante de extrema-esquerda atrás. Foi o que aconteceu nesta sexta-feira com o candidato ao governo João Doria.

Primeiro vamos explicar o caso: o ex-prefeito foi denunciado pelo Ministério Público em fevereiro por supostamente ter vinculado sua imagem pessoal ao slogan e ao símbolo do programa "SP Cidade Linda". Como este blog sempre defendeu, o MP e o judiciário são apinhados de militantes de extrema-esquerda que utilizam as disposições do cargo para fazer baixa política. Tanto que o ex-prefeito chegou a ser proibido de utilizar os próprios dedos para fazer o sinal de "Acelera". Em outro caso flagrante de ativismo judicial, um desembargador tentou impedir que a prefeitura apagasse grafites e pichações. Outra ocasião foi quando o então prefeito utilizou das disposições do cargo para aumentar a velocidade das marginais para o limite anterior a gestão Haddad. Naquela ocasião, quem tentou impedir parar Doria foi a juíza Carolina Clemêncio Duprat Cardoso (guardem este nome). Mais recentemente a prefeitura foi obrigada a recriar as secretarias da Igualdade Racial, extinta de forma legítima por uma gestão que prometeu esta ação em campanha.

Bom, o fato é que Doria rodou na primeira instância. A juíza Carolina Clemêncio Duprat Cardoso condenou o ex-prefeito a "ressarcir os cofres públicos" pelos supostos prejuízos que o logo e slogan do Cidade Linda causaram, além de decretar a perda de direitos políticos por quatro anos. É óbvio que se trata de uma pantomima, já que o MP apenas "inferiu" o uso pessoal do slogan e logo, algo que é feito por qualquer grupo político que assume qualquer governo. Para isso é que existem eleições: é ali que a população é chamada a escolher qual será a composição política que irá exercer o governo por um período de quatro anos. Trata-se do jogo democrático, algo que muitos membros do judiciário desconhecem.

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Mas quem é a tal Carolina Duprat Cardoso, que já tentou impedir o aumento da velocidade nas marginais (que foi promessa de governo) e que depois condenou um sujeito a perder os direitos políticos por ter lançado um logo e um slogan novos para a gestão municipal? Nas redes sociais encontrei algo que parece inócuo: o Facebook da moça, devidamente bloqueado para quem não é seu amigo. As únicas informações disponíveis são local de trabalho e suas curtidas.

Evidente que curtida não diz coisa alguma. Publico aqui apenas por ter conversado previamente com um advogado que garantiu que ninguém pode ser processado por expor algo que já foi publicizado pelo eventual reclamante. Para os curiosos: a moça segue o Eduardo Suplicy, o Vladimir Safatle, a Kenarik Boujikian, a Carta Capital, o Catraca Livre e a Ponte Jornalismo. Extrema-esquerda, Presente!



"Ora, direis" que isso não significa coisa alguma. E por si só não significa nada. mas olhem só: a mesma juíza absolveu o ex-prefeito Fernando Haddad em um caso muito mais grave. Para quem não se lembra, no dia 16 de maio de 2016 o petista resolveu usar a agenda oficial do prefeito para passar um trote no comentarista da Jovem Pan Marco Antonio Villa. Ciente de que o historiador sempre criticava sua indolência, o ciclofascista resolveu inserir informações falsas para induzir Villa ao erro. Após o professor comentar a agenda, Haddad revelou a pegadinha em sua rede social. Eis o post de Haddad confessando que brincou de Ivo Holanda, logo abaixo aspas da juíza absolvendo o petista. A decisão na integra pode ser lida aqui.


Ainda que o intuito revelado pelo demandado fosse reprovável,e pudesse, por elevação de conduta, ter sido evitado, não há justa causa para o recebimento da ação, porquanto não praticou ato de improbidade administrativa passível de punição
Agora veja o que a magistrada fã do Suplicy afirmou sobre Doria (a decisão na íntegra pode ser lida aqui):

[...]se o ocupante de cargo público age com intuito pessoal, em ofensa ao princípio da impessoalidade, a consequência é a quebra da moralidade pública, a ensejar o reconhecimento do ato de improbidade

Ora, ali se tratava do uso da agenda oficial para expor ao ridículo um adversário político. O ex-prefeito não só utilizou a agenda oficial para fins pessoais, políticos e partidários, como ainda deixou claro sua posição antidemocrática. Foi um absurdo sem precedentes na história do município, perdendo de longe para a eleição da rinoceronte Cacareco como vereadora. Ainda assim a juíza Carolina Clemêncio Duprat Cardoso o absolveu. Daí nos cabe fazer um exercício simples; que tipo de magistrado inocentaria a molecagem de Haddad (que além de péssimo gosto teve a intenção de usar a máquina pública para humilhar um opositor) e condenaria um sujeito por ter criado um logo e um slogan? Aliás, quem condenaria um sujeito que criou um slogan e um logo a perder os direitos políticos por isso? A resposta é simples: um militante de extrema-esquerda. Ou melhor, uma militante de extrema-esquerda.


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