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Feminista do movimento #MeToo paga U$380 mil a rapaz que a acusou de abuso sexual. Significa.


A opinião pública parece que não está sabendo lidar com a informação de que a atriz italiana Asia Argento pagou U$380 mil dólares ao ator e cantor Jimmy Bennett após ser processada por ele por assédio sexual e abuso. O caso tem contornos piores pelo fato do abuso ter ocorrido meses antes dele completar 17 (a predadora sexual já estava com 37). A notícia talvez fosse banal se não fosse o fato de Asia Argento ter sido uma das principais vozes entre as que acusaram o produtor Harvey Weinstein de abuso sexual e assédio, liderando publicamente o movimento feminista #MeToo. Depois de militar contra Donald Trump e contra os homens, ela se viu enredada pelas mesmas acusações disparadas contra diversos homens (culpados e inocentes).

Quem lê este blog sabe que o tempo todo foi denunciada a hipocrisia, o oportunismo e o clima de caça as bruxas instalado na mídia por conta da histeria feminista. Muito se disse aqui sobre hipocrisia, sobre a simulação de virtudes, sobre a desfaçatez. Mas nem de longe se imaginou uma sujeira tão sórdida quanto a que nos foi revelada pelo New York Times - justamente um dos maiores porta-vozes desta campanha persecutória instalada pela extrema-esquerda soft de Hollywood.

Ora, em termos objetivos é preciso dizer que o caso de Asia Argento talvez seja pior do que o de Weinstein, já que as vítimas ao menos eram maiores de idade e com mais capacidade de defesa do que o garoto que a feminista louca encurralou em um quarto de hotel. Sem mensurar qual dos predadores sexuais é pior, o fato que podemos concluir aqui é que os histéricos que simulam virtude são muito piores que os primeiros denunciados.

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Há que se levar em conta que Asia foi além do que foi feito pela maioria dos acusados, uma vez que espreitou um menor de idade. Não há que se falar em direito a legítima defesa, já que o processo em que a feminista teve sua falsidade desnudada foi concluído por meio de um acordo caríssimo que só foi revelado porque alguém vazou para um dos maiores jornais americanos. Não fosse a ação solitária deste herói anônimo, a feminista estelionatária seguiria impune como um exemplo de moral para a sociedade americana.

É evidente que Harvey Weinstein era um abusador, ele próprio admitiu suas práticas ilícitas. Mas é bom dizer que quando alguém é acusado do que quer que seja, os Direitos Humanos garantem a legitima defesa. O cidadão deve ser submetido ao devido processo legal, sem condenações prévias ou linchamentos. O que se viu com o #MeToo foi o contrário: bastava uma acusação para destruir a carreira de um homem. O movimento surgiu exatamente após a classe artística se unir contra Trump, a quem chamavam de estuprador e misógino por conta de um vídeo em que o agora presidente dizia obscenidades para amigos em uma conversa privada. O vídeo de mais de uma década não apontou nenhum crime, mas foi o suficiente para estimular os falsos puritanos. Logo depois Weinstein foi desmascarado por várias acusações que posteriormente foram admitidas. Por ser um doador democrata, logo a extrema-esquerda achou um jeito de apagar este fato da narrativa - reduzindo o produtor ao papel de rico, branco e machista. Outros homens foram atingidos por um processo que faria inveja a Torquemada. Nenhum deles contou com processos secretos como o da atriz pedófila.

Asia ainda é uma mulher de sorte, já que o menos contou com tudo aquilo que negou para os homens acusados por seu movimento: a possibilidade de defesa. Se é verdade que alguns ali eram culpados, também é verdade que homens como Morgan Freeman e Aziz Ansari sequer haviam incorrido em nenhuma prática criminosa, sendo apenas vítimas de um processo inquisitório liderado por gente suja. É oportuno acrescentar que esta agenda foi fomentada também pelos que defendem maiores salários e maior presença de mulheres em posições chave da indústria do entretenimento americano: passaram a ventilar a falsa ideia de que se houvesse mais mulheres produtoras, cineastas, diretoras e protagonistas nas tramas, casos de assédio seriam infinitamente menores. Se levarmos em conta a podridão das lideranças deste movimento de linchadoras, podemos concluir facilmente que os casos de abuso seriam ainda piores.


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