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Apesar da torcida petista, "recomendação" da ONU vale tanto quanto dinheiro do Banco Imobiliário


Mais cedo a imprensa amestrada e os veículos petistas fizeram pipocar a notícia de que a Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas havia "determinado" a participação de Lula não só na disputa eleitoral como também nos debates televisivos. O assunto começou a ficar quente até o momento em que se descobriu que não era uma determinação, e sim uma recomendação. E que não foi decidida pelo órgão, mas sim uma mera manifestação de um comitê independente chamado de Comitê dos Direitos Humanos.

Ora, o tal comitê é um órgão formado por especialistas independentes. Muitos deles ligados a governos e partidos políticos, alguns com passado de militância. Natural que alguns destes senhores simpatizem com o condenado Luís Inácio.

Ao contrário do que dizem os petistas, o judiciário brasileiro não é obrigado a soltar Lula e aceitar sua candidatura. O fato de o Brasil pertencer a ONU não implica em sermos governados por seus burocratas, mas sim estabelece o princípio de que o Estado seja signatário dos tratados internacionais que fundamentam os princípios de Direitos Humanos e governança global da organização.

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A hipótese da ONU rever ou desautorizar qualquer ato do governo, do legislativo ou do judiciário brasileiro ou implicaria em reconhecer que existe um governo mundial não eleito cuja soberania é superior a do próprio brasileiro, cujos desígnios se encontram acima da própria democracia. Seria uma distopia orwelliana, já que estaríamos apenas brincando de instituir nossas autoridades em um cenário em que os verdadeiros donos do poder seriam desconhecidos burocratas estrangeiros.

O fato do Brasil ser membro da ONU e reconhecer sua autoridade não implica em perda de soberania. Ainda mais em um caso onde o que houve foi mera recomendação expressa em liminar concedida por um comitê independente que se quer pode falar em nome da organização.

O que temos aqui, senhores, é um caso clássico de fraude petista. O que não falta ao partido são acadêmicos e especialistas em direito e política para explicarem o que é óbvio, mas a canalhice impera de forma muito mais acentuada que a razão. Esta ética criminosa é a mesma que organizou um tribunal fake para absolver Lula e condenar o juiz Sérgio Moro. São vigaristas. Em termos técnicos, a recomendação do Comitê vale tanto quanto as maiores fortunas do Banco Imobiliário ou o crediário do Banco Bamerindus e do Mappin.


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