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A tal diretora de Segurança do Facebook foi assessora de Gleisi Hoffmann na Casa Civil, e isto é um escândalo sem precedentes




Era cedo quando a internet começou a replicar prints de posts do instagram da advogada Daniele Kleiner. A moça mostrou cheia de orgulho fotos de seu local de trabalho. Acabou gerando grande polêmica, já que a moça trabalha no Facebook Brasil. As fotos em questão eram essas: 



Logo após a repercussão negativa das fotos, os usuários resolveram fuçar a vida da moça. Acabaram descobrindo a que a advogada Daniele Kleiner Fontes foi assessora da Casa Civil. Seria só mais uma passagem profissional de uma especialista em informação se não fosse o fato da moça ter ocupado um cargo comissionado na gestão de Gleisi Hoffmann, a senadora criminosa que segundo a Operação Lava Jato teria desempenhado um papel significativo no esquema conhecido como Petrolão. Após a divulgação das informações, imagens e páginas que mostravam a moça e suas atividades começaram a ser apagadas da internet. Seu perfil no Instagram foi aparentemente desativado, restando apenas o Linkedin com as valiosas e comprometedoras informações sobre seu passado: 



Estamos todos muito satisfeitos com isso. Provou um ponto que defendíamos desde o início da censura na rede social de Mark Zuckerberg. Não há parcialidade nas análises, que nem ao menos são análises: são processos de perseguição institucionalizada que visam apenas calar o contraditório e calar a sociedade. 

Vejam que desde o início dos expurgos aconteceram fatos estranhos: atas sobre reuniões com autoridades foram colocadas sob sigilo, agências de censura operadas por militantes de extrema-esquerda foram contratadas para fazer checagem de conteúdo, informações internas foram vazadas para a Reuters acusando os excluídos de integrarem uma rede coordenada cujo objetivo seria "espalhar desinformação e causar divisão"... E quando intimado pelo Ministério Público Federal de Goiás a prestar esclarecimentos, o Facebook nos mostra uma relação de páginas completamente nonsense: entre elas um escritório de advocacia, uma empresa de automobilismo e a página da editora que publicou o livro do ativista Kim Kataguiri. O espantoso é que estes três foram expulsos apenas por demonstrarem opiniões em suas contas pessoais, já que estes negócios não se relacionam em nada com a política. 

Pois bem, a ex-assessora de Gleisi prestou um grande serviço ao Brasil. Será muito difícil explicar os dedos sujos a essa altura do campeonato. Se Daniele Kleiner chegou a trabalhar no entorno da maior liderança do PT do Paraná logo na Casa Civil - um dos postos mais importantes da República, significa que gozava da confiança de Gleisi e da cúpula petista. 

Este caso evidencia toda a sujeira que se esconde nestas tentativas de justiceiros bem-intencionados. Não existe preocupação alguma com a possível influência de grupos organizados espalhando contra-informação em tempos eleitorais. Se houvesse o Facebook teria feito uma rigorosa investigação logo após as eleições de 2014, já que vários veículos de mídia publicaram a descoberta de que o Partido dos Trabalhadores havia operado uma guerrilha virtual com militantes pagos operando principalmente no Facebook contra seus opositores. Mas a rede social não poderia fazer isso, já que aparentemente recruta seus executivos em partidos de extrema-esquerda. Aliás, fica a sugestão de nomes para salas do Facebook: Holodomor, Gulag, Politburo, Stasi, Camarada Stalin, Junche.. São nomes adequados para as máfias orwelianas que brincam de stalinismo enquanto destroem vidas de quem apenas tenta participar do jogo democrático.

**P.S O cargo correto de Daniele Kleiner é "Gerente de Segurança", não diretora como sugere o título. 

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