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PT usa Facebook para prática de crimes eleitorais, mas rede social mantém perfis e páginas sem qualquer constrangimento


Em meio as discussões sobre fake news e eleições, vem a notícia do famigerado "Festival Lula Livre", realizado no Rio de Janeiro. Como se sabe, showmícios foram proibidos. Menos para o PT, que sempre se norteou pelo mais profundo desrespeito as leis e ao próprio Estado brasileiro.

O evento ilegal foi realizado sem qualquer embaraço, contando com a presença de artistas, intelectuais e políticos. O ato criminoso foi transmitido ao vivo para a página da organização criminosa no Facebook sem que qualquer petista tenha sido interpelado.

As vistas grossas do Facebook para as práticas criminosas do petismo e adjacências na extrema-esquerda são práticas recorrentes. Entre os exemplos recentes tivemos a fake news de que o juiz federal Sérgio Moro estava de férias no interior de Portugal quando se recusou a acatar o golpe do plantonista Rogério Favreto. Aliás, um dos principais trunfos da extrema-esquerda contra a Operação Lava Jato é uma notícia falsa: a de que o procurador Deltan Dallagnol teria explicado a denúncia contra Lula com a frase "Não temos provas, mas temos convicção".

Claro, as práticas criminosas do partido no Facebook não representam nenhuma novidade. Foi assim nas eleições de 2006, 2010 e 2014. Todas contaram com o apoio da chamada "Militância em Ambientes Virtuais", os famigerados MAVs. Eram exércitos de perfis falsos operados pela militância paga. A mídia é rica em relatos que foram confirmados pelo próprio partido, como se vê nos textos abaixo. Abaixo temos reproduções de três veículos de imprensa falando sobre a manipulação de perfis falsos com o único intuito de "gerar divisão" por meio de "desinformação". No entanto, nada foi feito (Leia as matérias citadas no hiperlink na descrição).

Estadão | 19/04/2014


Folha de São Paulo | 18/10/2011
BBC | 08/12/2017


BBC | 09/03/2018



Página do PT | 09/12/2014


Ora, o Facebook nunca se manifestou sobre estas questões. Ao contrário, passou a perseguir a direita com certo vigor a partir de 2016 - antes mesmo do impeachment. A primeira vítima foi Marcelo Reis, do Revoltados Online. A página com mais de um milhão de seguidores foi apagada sem qualquer satisfação. Logo depois a metralhadora se virou para apoiadores de Jair Bolsonaro, com Luciano Ayan na sequência. Agora é o MBL.

Em todas as ocasiões os canalhas se utilizaram de justificativas vazias sem ao menos se darem ao trabalho de apontar qual publicação feria qual termo de compromisso. Exatamente como foi feito agora. Desta vez foi ainda pior, já que os próprios utilizaram conceitos genéricos para tratar do caso. Tudo se resumiu a acusação de que os perfis e páginas "provocavam desinformação e divisão de forma coordenada". Como se a democracia não fosse apenas a divisão da sociedade em diversos seguimentos - coisa que não acontece em Cuba, Coreia do Norte e China. Aliás, o Facebook desembarcou na China estes dias após anos de veto do Partido Comunista Chinês. Pelo que se vê, Zuckerberg está mesmo alinhado com os camaradas de Beijing. Tanto que cedeu a mística orwelliana de assassinar reputações com base na categoria do crime de pensamento, com direito a processos kafkianos em que o réu sequer sabe do que é acusado para se defender de forma apropriada. Já o PT, que de fato cometeu e comete crimes naquela plataforma, segue firme com o propósito de desmantelar nossa frágil democracia enquanto o Facebook diz que a mentira, a defesa do crime e o estelionato "não ferem seus termos de comunidade". 



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