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Profissão Repórter exclui trecho de entrevista em que Luciano Ayan destrói a Globo apresentando provas de fake news da emissora



No dia de ontem a Rede Globo exibiu uma edição em que a pauta eram as "fake news". Foram entrevistados responsáveis por sites independentes, entre eles o consultor de TI Carlos Afonso - que administrava o site Ceticismo Político com o pseudônimo de Luciano Ayan.

Ayan foi tratorado pelo Facebook e pela mídia, que forjou a narrativa de que ele e o MBL haviam espalhado boatos sobre a vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro no dia 14 de março de 2018. Ayan simplesmente republicou uma matéria sobre uma desembargadora que emitiu opiniões controversas sobre a vereadora. Claro, a notícia havia sido veiculada primeiro pela jornalista Mônica Bergamo após a grande repercussão dos comentários. Mas a mídia e os grupos políticos de extrema-esquerda que queriam calar o MBL e a mídia independente resolveram fazer daquilo o espantalho de guerra que usaria o combate as fake news para implantar censura e monopólio da informação. Este episódio foi decisivo para a parceria do Facebook com as agências de censura ligadas a grupos de extrema-esquerda, como Agência Pública, Aos Fatos e Truco.

Ayan foi muito sucinto ao longo da entrevista, atacando frontalmente os embustes e armadilhas da imprensa tradicional. O auge de sua explanação foi quando ele enumerou algumas das maiores fake news já publicadas pela imprensa tradicional - inclusive da Rede Globo. Veja o vídeo. 

 
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A cara do jornalista Estevan Muniz foi impagável. Provavelmente ele não esperava uma reação maiúscula por parte de alguém que foi praticamente destroçado pela imprensa meses atrás. Não era de se esperar que alguém que uma vítima de assassinato de reputações fosse ressurgir das cinzas para mostrar que as mãos da mídia estavam manchadas de sangue. Ayan (ou melhor, Carlos Afonso) foi muito feliz ao chamar atenção para os crimes praticados por jornalistas em conluio com políticos. Não deixou de ser irônico a menção a Escola Base - que resultou não só na falência e inúmero sofrimento aos proprietários como também em uma indenização de R$ 1,35 milhões para as vítimas de seu veneno editorial. 

Claro, o vício do cachimbo deixa a boca torta. Mesmo diante disso, o Profissão Repórter resolveu prosseguir em suas fake news. A primeira foi quando atribuíram ao site Folha Política a responsabilidade por notícias falsas. Para ilustrar citaram os tiros na caravana do ex-presidente Lula. Só esqueceram que o Folha Política apenas republica notícias de grandes sites, e que a notícia em questão foi publicada na IstoÉ. A outra falha foi quando retiraram da edição do programa o trecho em que Ayan esculacha a mídia mainstream e a própria Rede Globo. Foi um erro grosseiro. Praticamente legitimaram todas as graves denúncias feitas pelo blogueiro. Provaram para o Brasil de uma vez por todas que são manipuladores, mercenários, criminosos e que seu jornalismo não passa de banditismo midiático.

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