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O democrático Facebook já classificou trechos da Declaração de Independência Americana como "discurso de ódio"




Diante dessas recentes polêmicas do Facebook, uma coisa fica clara a qualquer um que possuía plena capacidade de seus neurônios e o mínimo de dignidade e honestidade. Não há discurso de ódio, não há fake news, não há prática criminosa. O que há é uma agenda política que une grupos de extrema-esquerda e grupos financeiros dispostos a obter o monopólio da informação. Querem um exemplo claro? Nesta recente caçada humana contra o contraditório, o Facebook chegou a censurar trechos da Declaração de Independência Americana alegando se tratar de discurso de ódio. Vejam a matéria do Tecmundo. Evidentemente o Facebook voltou atrás de forma covarde após a repercussão negativa. Ocorre que tudo não passava de um teste feito pelo jornal libertário texano Liberty County Vindicator. Seus editores sabiam que a intenção do Facebook é censurar a direita, por isso lançaram uma isca que foi rapidamente abocanhada pelos tubarões de Mark Zuckerberg.

Leia a matéria na íntegra (o texto original pode ser lido aqui). 

Um jornal do Texas preparou uma série de postagens para celebrar o 4 de julho nos Estados Unidos, data em que o país norte-americano celebra mais um ano de sua independência. Para isso, o Liberty County Vindicator resolveu fragmentar a Declaração de Independência estadunidense e postá-la aos poucos em sua página do Facebook.
Contudo, após nove postagens programadas irem para o ar, a décima não pôde ser publicada porque foi identificada pelos bots do Facebook como discurso de ódio. Segundo o site do jornal, a publicação suspensa consistia nos parágrafos 27 a 31 da Declaração escrita por Thomas Jefferson.
O conteúdo identificado como problemático pelo bot do Facebook foi o seguinte:
Abdicou do governo aqui, ao nos declarar fora de sua proteção e empreendendo guerra contra nós.Saqueou os nossos mares, devastou as nossas costas, queimou as nossas cidades e destruiu a vida de nosso povo.Neste momento, está transportando imensos exércitos de mercenários estrangeiros para completar os seus serviços de morte, desolação e tirania, já iniciada sob circunstâncias de crueldade e perfídia raramente igualadas nos tempos mais bárbaros e totalmente indignas do chefe de uma nação civilizada.Obrigou os nossos concidadãos aprisionados no mar alto a tomarem armas contra a própria pátria, para que se tornassem algozes dos amigos e irmãos ou para que caíssem em suas mãos.Provocou insurreições internas entre nós e procurou trazer contra os habitantes das fronteiras os índios selvagens e impiedosos, cuja regra sabida de guerra é a destruição sem distinção de idade, sexo e condições.Tudo resolvido
A publicação não soube explicar exatamente qual trecho da postagem foi considerada ofensiva pelo Facebook, mas sugere que possivelmente a descrição feita dos índios seja uma das explicações. Posteriormente, o jornal publicou uma atualização sobre o ocorrido.
Segundo o site, o Facebook entrou em contato e informou que a postagem havia sido apagada por engano e, por isso, foi restaurada.
“Parece que nós cometemos um erro e removemos algo postado por você no Facebook que não vai contra os nossos Padrões de Comunidade”, informa a rede social em email enviado ao jornal. “Queremos nos desculpar e avisá-lo de que restauramos o seu conteúdo e removemos qualquer bloqueio em sua conta relacionado a esta ação incorreta.”

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