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O delirante Ciro Gomes se acha no direito até de chamar promotor de "filho da puta". O coronel enlouqueceu.


O presidenciável Ciro Gomes não se dá por satisfeito: depois de chamar Fernando Holiday de "capitão do mato" de forma completamente aleatória, o ex-ministro de FHC e Lula reagiu com raiva ao saber que o Ministério Público de São Paulo havia determinado abertura de inquérito para apurar a conduta flagrantemente racista do coronel. Disse Ciro:

Um promotor aqui de São Paulo agora resolveu me processar por injúria racial. E pronto, um filho da puta desse faz isso. Ele que cuide de gastar o restinho das atribuições dele por que se eu for presidente essa mamata vai acabar, porque ninguém pode viver autonomamente
Na verdade era uma mulher,  a promotora Mariana Bernardes Andrade, da 4ª Promotoria Criminal do Fórum da Barra Funda. O MP repudiou os ataques de Ciro.

É inaceitável qualquer referência de baixo calão a membro do Ministério Público que atua no exercício constitucional de suas prerrogativas e no estrito cumprimento de seu dever. Da mesma forma, o comportamento do referido ex-ministro atenta não só contra a independência funcional institucional, mas também contra o próprio Estado Democrático de Direito

Ciro é completamente desequilibrado, mas com método: acostumado ao mando e desmando proporcionado pelo coronelismo de seu clã, o agora pedetista nasceu acostumado a ser senhor de tudo o que sua vista alcança. Sua postura é de playboy inconsequente que tem a seu dispor o poder político e econômico. Tanto que Ciro se dirige desta forma a quem o questiona, batendo de frente até contra instituições que não fizeram nada mais que cumprir a lei. O problema de Ciro não é nem tanto com a lei, mas sim com o fato de que ainda existem valentes que querem que o presidenciável aloprado se submeta as mesmas regras. 

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Ciro é este arremedo de ser humano, projeto de caudilho corrompido pela aridez do sertão. O reizinho de Sobral e herdeiro do coronelato cresceu passando por cima da cima da polícia, da Justiça e de qualquer norma que se coloque entre ele e seu objetivo imediato. Daí que vem essa mistura exótica de senhor de engenho com bolchevique. 

Decerto o coronel anda nervoso. Acostumado a ser o senhor das almas dos que o cercam, Ciro cresceu na política investindo na imagem de porradeiro inconsequente. Torpedeado por um garoto de vinte anos que é apenas vereador, o ex-ministro resolveu mostrar que ainda é bom de briga. Armou um fuzuê tentando cooptar os justiceiros sociais que hoje representam parcela majoritária da extrema-esquerda, mas acabou atravessando a rua apenas para pisar em cascas de banana. Ciro parece aqueles personagens de desenho animado como Coiote - que tentam planos mirabolantes cujas vítimas serão eles mesmos. Quanto mais Ciro investe na imagem de truculento para agradar os extremistas da esquerda, mas ele afunda em seu próprio lamaçal.

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