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CBN e DCM estão achando um absurdo que a prefeitura de SP tenha desocupado imóvel invadido ocupado por refugiado sírio



Mais cedo recebi de amigos a indicação de algo curioso que aconteceu na Vila de São Paulo dos Campos de Piratininga: um refugiado sírio teve seu estabelecimento fechado pela Prefeitura. Ou mais especificamente, pela Prefeitura Regional da Sé. O tal refugiado se chama Jadallah Al Sabah, e operava um pequeno restaurante na Rua Galvão Bueno, na Liberdade. O sujeito e sua advogada (a militante de extrema-esquerda Marina Tambelli) acusam a Guarda Cívil Metropolitana de agressão. O fato foi primeiro anunciado pela advogada, para depois ser repercutido por Diário do Centro do Mundo e portal da rádio CBN (que pertence as organizações Globo). Reparem nas manifestações dos militantes e depois analisem os fatos. 

A manifestação da advogada:



A matéria do Diário do Centro do Mundo

"Agredido quando tentou abrir estabelecimento". Reparem no anúncio da Prefeitura de Maricá, um dos últimos bastiões de resistência dos blogs petistas que não se sustentam com o próprio lixo produzido.

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A matéria da CBN


"A prefeitura alega". A CBN poderia checar a história verificando se o imóvel pertence a Prefeitura ou não, ou ainda se as notificações foram de fato entregues ao sujeito. Não é assim que se faz jornalismo? Aliás, a própria prefeitura divulgou documentos que provam que o sujeito não contou toda a história.

Vejam a manifestação da prefeitura:


Bom, não faz muito sentido imaginar que em um país regido pelo Estado Democrático de Direito irá permitir que fiscais, GCMs e PMs simplesmente invadam um restaurante, agridam o proprietário e lacrem o estabelecimento. Não existe qualquer registro semelhante bem dos tempos do Estado Novo e do Regime Militar. A prefeitura de São Paulo seria um covil de bestas feras se fizesse algo semelhante. O que há de fato é um banheiro público que foi explorado comercialmente, ou seja, de forma irregular por um sujeito que por acaso também é refugiado sírio. 

Suponhamos que Jaballah tenha sido apenas vítima de um embusteiro. Isso não o autoriza a desacatar uma ordem de reintegração de posse, menos ainda a continuar ocupando o local que não lhe pertence de forma irregular. Se foi notificado, deveria ter saído dali de forma pacífica. 

Mas notem aqui a sutiliza da coisa: um simples refugiado sírio rapidamente consegue a proteção de uma militante de extrema-esquerda que defende publicamente as irregularidades praticadas por seu cliente ao mesmo tempo em que condena o poder público. Entra em cena a imprensa por meio do Diário do Centro do Mundo, conhecida escarradeira ideológica das esquerdas. São eles que jogam o assunto na mídia de forma oficial. Daí surge a jornalista Alana Ambrósio, que foi a autora da matéria da CBN. Alana é também uma militante de extrema-esquerda. Alana não é só funcionária do Grupo Globo, também dá expediente da famigerada ESPN -  empresa do grupo Disney que emprega comunas delirantes do naipe de Juca Kfouri, Mauro Cézar e Arnaldo Ribeiro e tantos outros indigentes morais. 

Isso lembra em muito o modus operandi da jornalista Camila Olivo, aquela que relatou na mesma CBN que moradores de rua foram acordados com jatos d'água em São Paulo. Rapidamente se estabeleceu uma controvérsia sobre o tratamento humilhante contra moradores até que as pessoas começaram a questionar o óbvio: cadê as imagens da monstruosa ação? Bom, a jornalista militante não tinha nada para apresentar. Nem uma gravação feita no celular, nada. A moça era tão radical que criticava até o ciclofascista Fernando Haddad por ser "moderado demais". 

O episódio que envolve Jaballar Al Sabah é só um episódio corriqueiro de tentativa de ocupação irregular de bens públicos seguida da esperada ação do poder público para reaver um espaço que pertence ao cidadão. Mas é claro, temos em cena um sujeito que pode ser facilmente incluído em uma narrativa política que contará a estória do refugiado sírio que teve os sonhos de reconstruir a vida despedaçados pelos fascistas que ocupam a prefeitura de São Paulo desde a derrota do humanista Haddad para o ganancioso empresário João Doria e as forças conservadoras que o apoiavam... Tudo o que temos aqui é uma farsa. De concreto temos apenas a canalhice da imprensa e da militância, além de um possível crime contra a honra e desacato ao servidor público mencionado pela advogada no Facebook. 

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