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A selvageria de domingo na França representa água no chope dos ideólogos de esquerda que politizaram o título

 

França campeã da Copa do Mundo da Rússia. O segundo título daquela seleção na competição mais importante do futebol deveria representar mais uma conquista de uma equipe engajada que teve que dar o melhor de si para vencer os bravos croatas na final. Deveria ser um episódio de júbilo pelo esporte sem que seu resultado fosse sequestrado por agendas políticas de qualquer natureza. Não foi o que aconteceu, é claro.

Tão logo se desenhou a final entre França e Croácia que começaram as narrativas jornalísticas acusando o elenco da Croácia de vários atos repugnantes - desde a defesa do nazismo até apoio ao genocídio. O zagueiro Domagoj Vida foi um dos mais combatidos. Ser orgulhoso da história de seus antepassados e ser leal a pátria construída por eles passou a ser motivo de repúdio internacional mesmo em casos como o de Luka Modrić, que teve o avô fuzilado assassinado por rebeldes sérvios.  Tudo carregado em tintas fortes para parecer que os croatas eram monstros que causariam medo até no carniceiro Pol Pot.

Já a França de Griezmann, Pogba, Mbappe e Lloris virou exemplo da realização de um time composto majoritariamente por refugiados, etc e etc. Não importa se os únicos estrangeiros naturalizados fossem os Guerreiros da Justiça Social, aqueles que levariam ao mundo a mensagem de que fronteiras, identidades nacionais e orgulho cívico são sentimentos fascistas - já que estaria provada a superioridade da diversidade sobre o orgulho nacional.

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Erraram. Feio. Primeiro que os que comungam desta politização descarada ignoram que o problema não é a imigração, e sim a perda da identidade nacional e a estabilidade dos países. É óbvio que receber imigrantes de forma desordenada provada problemas diversos que vão desde o desequilíbrio nas contas públicas por meio da grande oneração do serviço social até o óbvio choque cultural entre imigrantes e nativos. Dizer estas coisas não é algo próprio de quem é ultranacionalista (como o zagueiro Vida foi descrito por um colunista do El País), mas sim coisas próprias de qualquer um com o mínimo de bom senso e honestidade. Resultados de futebol não guardam qualquer proximidade ou relação com este tema. Se os familiares dos jogadores não foram incomodados pelas autoridades, talvez seja por serem trabalhadores honestos que só queriam viver com dignidade no Ocidente - ao contrário de bárbaros como os estupradores de Colonia que aproveitaram o Natal para promover violência generalizada contra mulheres indefesas.

Mas é claro, atos falam mais alto que elucubrações complexas. Os atos de selvageria protagonizados pela turba na França no domingo jogaram água no chope dos ideólogos da esquerda que passaram os últimos dias politizando o título da Copa do Mundo. Se a seleção multicultural ganhou o título, a massa de imigrantes e cidadãos inconsequentes mantidos por um Estado inchado e paternalista tratou de provar que os frutos da falta de políticas nacionais não trazem consequências positivas como um Bicampeonato Mundial, mas sim a destruição, a impunidade e a favelização de um país inteiro. Os imigrantes ordeiros criam seus filhos de forma responsável, alguns até integram a seleção. As hordas mantidas pelas políticas públicas socialistas proporcionam solo fértil para que cidadãos desocupados sejam mantidos pelo Estado para promoverem crimes em série sem qualquer preocupação com a Polícia. É claro que São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro poderiam registrar confusões entre bêbados, prisões por desacato e sujeira em suas vias públicas caso o Brasil ganhasse o Hexa. Até nosso Carnaval produz lixo. Nosso povo não é tão educado, o que faz com que as autoridades se preparem para estas consequências. Mas os franceses são diferentes. O que já estava ruim desde o Maio de 1968 só piorou após os sucessivos governos de esquerda. Hoje eles são bárbaros que cruzaram o ponto do não retorno. Imigrantes árabes e africanos cometem crimes diversos enquanto formam favelas nas maiores cidades, enquanto jovens franceses se ressentem de que o sustento do Estado não é o suficiente. São fatos que não seriam lembrados se os ideólogos da extrema-esquerda não houvessem roubado para si a conquista legítima da Seleção Francesa. 


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