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A diferença entre o MBL e Daniela Mercury é que o movimento prefere a polícia enquanto a cantora prefere os bandidos


Daniela Mercury anda irritada com o Movimento Brasil Livre desde que o advogado Rubens Nunes protocolou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral para que o ex-presidente Lula seja imediatamente declarado inelegível. A ação é justa: pede que um condenado por corrupção que cumpre pena de doze anos e um mês em Curitiba seja formalmente declarado inelegível para se preservar a segurança jurídica e a própria democracia brasileira. Daniela e sua turma não querem. É de se supor até que preferem o caos institucional provocado por plantonistas golpistas de menor expressão. 

Mas o caso aqui não é esse. Os termos utilizados pela cantora em sua manifestação contra o movimento foram graves. Desesperados até. Daniela realmente se irritou com os moleques que ousam, vejam só, pedir a oficialização de algo que deverá ser feito em breve: a declaração de inelegibilidade de um político condenado por corrupção. Nada mais é do que o cumprimento da Lei da Ficha Limpa, projeto de iniciativa popular bastante patrocinado e fomentado a época por PT, PCdoB e outros partidos de extrema-esquerda.  O ataque histérico da cantora foi de completa indignação. 

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"[...] que se camufla de verde e amarelo, mas age como quem odeia o povo brasileiro". Basicamente o que ela quis dizer é: se eles trabalham contra a agenda porca da extrema-esquerda brasileira, talvez o melhor gesto de retaliação seja acusá-los de odiar o povo brasileiro (que assim como o MBL também não é nem um pouco entusiasta da corrosiva agenda defendida por nossos canhotos). Podemos acusar Daniela Mercury de muitas coisas, menos de incoerência. A cantora que esbraveja contra quem não defende o maior criminoso da história é a mesma que causou confusão no Carnaval de Salvador ao se recusar a cantar durante passagem de seu trio elétrico pelo Camarote da Polícia Militar da Bahia. Não só ordenou que o som parasse como também mostrou o dedo para os presentes no espaço. Como resultado, recebeu merecidas vaias.



O incidente foi noticiado por vários portais de notícia, inclusive pelo portal Toda Bahia, que relatou o incidente. Este blog também comentou o entrevero (leiam aqui).

A cantora Daniela Mercury chegou ao Circuito Osmar com o discurso da defesa da diversidade, mas não quis continuar a tocar quando passou pela frente do Camarote da Polícia Militar, montado próximo à Casa D´Itália, nos Aflitos.A cantora chegou a xingar as pessoas que estavam no camarote e levantou o dedo médio e apontou para os militares e convidados. Segundo folião ouvido por Toda Bahia, ela mandou as pessoas “tomarem no c*”. Quem estava no camarote também vaiou a cantora; foliões que acompanhavam Daniela também vaiavam quem estava no Camarote da PM e também levantavam o dedo médio contra as pessoas.Daniela só voltou a tocar quando passou pelo camarote. E disse que o fazia em respeito aos foliões que a seguiam. 

Claro, depois Daniela se desculpou. Disse que houve um mal entendido até ficar o dito pelo não dito. A tentativa fracassada de lacração rendeu apenas dissabores, o que fez com que a infeliz senhora recusasse em seu ódio. Está bem claro para a sociedade o motivo de profunda divergência entre a cantora e o movimento. Ela prefere os bandidos, e por eles ataca qualquer um - seja a Polícia, seja o MBL. 


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